João Pedro Reis 4026, Deputado Federal por Minas Gerais

O primeiro mundo

Uma casa sem reboco.Um beco sem saída.O plástico do saco de arroz como capa de caderno.Venda Nova. Belo Horizonte.

O segundo mundo

Uma mansão na Pampulha.Dez carros. Motorista. Governanta.Discussões sobre arte e política.Viagens para casas de veraneio.

O mesmo menino. Os dois mundos.

E a pergunta que nunca saiu da cabeça: por que o mundo é assim?

A história de João Pedro Gomes dos Reis, 28 anos, nascido em Venda Nova, Belo Horizonte, contada em capítulos curtos.

01

1997 a 2003, Venda Nova, Belo Horizonte

Começou num beco sem saída. Escolheu não tratar isso como destino.

Foto: Bairro Lagoa, Venda Nova

João Pedro Reis nasceu em novembro de 1997, numa madrugada, em Venda Nova. A mãe tinha 16 anos. O pai trabalhava como cobrador de ônibus. A casa era de primeiro andar, sem reboco, num beco sem saída no Bairro Lagoa.

A avó que o criou sustentava a casa com a aposentadoria. A mãe complementava com o que dava. Uma comprava o arroz e o feijão, a outra comprava a fruta e o biscoito. Faltava dinheiro, mas nunca faltou combinação.

Quando ele tinha seis anos, o pai foi trabalhar fora do país e não voltou. A casa passou a ser feita de três gerações de mulheres e um menino que entendeu cedo que ajudar não era favor, era parte.

Ele não herdou sobrenome nem estrutura. Herdou o hábito de resolver o que aparece.
02

1997 a 2003, o quintal do padrinho

Um quintal pequeno virou o primeiro laboratório de ideias grandes.

Foto: quintal da infância

O padrinho, bombeiro militar aposentado, era a régua da rotina: almoço às 11h, jantar às 18h, camisa social, chinelo e um relógio antigo que apitava ao meio-dia. Rotina, no meio de tanta instabilidade, era uma forma de cuidado.

O quintal tinha goiaba, acerola, cana, limão, bananeira e urucum. Ali, João Pedro passava horas: cavando a terra e brincando de procurar petróleo para enriquecer a família, transformando cabo de vassoura em lança para atirar nas bananeiras, criando armadilhas, imaginando aventuras.

Aos domingos a família se reunia em volta de uma mesa simples. Frango assado, refrigerante de laranja, todo mundo junto.

O que aprendeu naquele quintal ficou para sempre: com pouco também se constrói.

Ele não achou petróleo no quintal. Achou a certeza de que dá para fazer muito com pouco.
03

1997 a 2003, a formação do olhar

Circulou entre dois Brasis e transformou o contraste em pergunta, não em mágoa.

Tias dele trabalhavam como empregadas domésticas em casas tradicionais de Belo Horizonte e o levavam junto. Ele entrava num mundo com piscina, motorista, garagem cheia e conversas sobre arte, ciência e política.

Voltava para uma casa onde a conversa era sobre a conta de água e o material escolar. Ele não guardou revolta. Guardou uma pergunta que nunca mais soltou: por que a distância entre esses dois mundos é tão grande?

Foi acompanhando uma dessas casas que assistiu de perto à sua primeira carreata política, apertado numa Kombi, atravessando a cidade inteira de olhos abertos.

A conclusão que ele tirou dali é a base do projeto: não se trata de tirar de quem tem, e sim de fazer quem tem menos ganhar mais, com menos esforço e mais tempo de vida.

Por que o mundo é assim? A candidatura é a tentativa madura de responder a uma pergunta de criança.
04

2003 a 2007, o Bairro Lagoa

Bicicleta no beco, bola no campo, catequese na igreja e escola pública.

Foto: Rua do Triunfo, Bairro Lagoa

Aprendeu a andar de bicicleta na Rua do Triunfo, o beco sem saída onde morava.

Jogou bola no Campo do Lagoa.

Fez catequese na Igreja do bairro.

Estudou na Escola Estadual Professor Adir Andrade Urbano e na Escola Estadual Menino Jesus de Praga.

Foi ali, entre a rua e a escola, que aprendeu a conviver com todo mundo e a chamar cada vizinho pelo nome.

05

2008 a 2010, o ano da virada e o interior

Aos 11 anos assumiu a casa para que a mãe pudesse trabalhar. E deu conta.

Foto: Aeroporto da Pampulha

Em 2008, a família perdeu no mesmo ano a avó e o padrinho, os dois pilares da casa. Tudo mudou.

A família se mudou para São Miguel do Anta, cidade natal da mãe. Ele estudou na Escola Pedro Lessa, se destacou, virou frequentador da biblioteca municipal e, de manhã cedo, chegou a colher café por poucos reais o saco.

Em 2010 voltaram a Belo Horizonte. A mãe trabalhou como faxineira até conseguir emprego fixo com carteira assinada num serviço de táxi aéreo, no Aeroporto da Pampulha. Um salário mínimo com benefícios foi uma conquista da casa inteira.

João Pedro ficava com as irmãs: comida, remédio, dever de casa, compras. Não foi um peso que o quebrou. Foi a responsabilidade que o formou.

A mãe trabalhava para que ele pudesse sonhar. Ele cuidava da casa para que ela pudesse trabalhar.
06

2012 a 2013, 14 anos, Venda Nova

Organizou um abaixo-assinado, foi à prefeitura e conseguiu os quebra-molas da rua.

Aos 14 anos começou a trabalhar numa loja de motos e consórcios da rua comercial do bairro. Comissão por venda. Aprendeu a abordar, a explicar, a insistir e a ouvir não sem desistir.

A rua era movimentada e perigosa. Em vez de reclamar, ele organizou: passou comércio por comércio recolhendo assinaturas, explicou o problema, montou o documento e protocolou na prefeitura. Tempos depois, os quebra-molas foram instalados.

Foi ali que ele descobriu o mecanismo que usa até hoje: gente organizada faz o poder público se mover.

O primeiro ato político dele foi um abaixo-assinado por quebra-molas. E funcionou.
07

2013 a 2014, 16 anos, ensino médio

Fundou o grêmio estudantil e escolheu um caminho mais difícil de propósito.

Foto: Escola Estadual Menino Jesus de Praga

Fundou o grêmio estudantil da Escola Estadual Menino Jesus de Praga. Passou a ocupar o tempo conversando com a direção, percorrendo as turmas, organizando pauta e participando de atos no centro da cidade. Foi convidado a integrar a AMES-BH, a associação metropolitana de estudantes secundaristas.

As notas caíram um pouco, e a escolha foi consciente. Ele fez a conta: ao completar 18 anos poderia obter o diploma por certificação no CESEC Justinópolis e entrar na universidade. Foi exatamente o que fez.

Não foi desistência. Foi estratégia de quem já sabia onde queria chegar e não tinha tempo a perder.

08

2014, 16 anos, Ordem DeMolay

Descobriu, servindo, que a menor ação bem feita muda a vida de alguém.

Foto: visita a asilo, Natal solidário

Aos 16 anos, foi iniciado na Ordem DeMolay, organização juvenil ligada à Maçonaria, no Capítulo Essênios nº 4000, na Loja Maçônica Deus, Humanidade e Luz, no Bairro Bonfim.

Assumiu a função de hospitaleiro, responsável pelos projetos sociais e pelo cuidado com os integrantes.

Coordenou campanhas de Natal solidário: arrecadação de fraldas, alimentos e presentes para asilos e creches comunitárias, com visitas mensais aos idosos, almoço junto, conversa, tempo.

Numa dessas tardes passou horas ouvindo música antiga com uma senhora. No fim, ela chorou, abraçou e disse que fazia décadas que não escutava aquelas canções. Nada ali custou dinheiro.

A lição virou tese: se algo tão simples tem esse efeito, imagine o alcance possível com estrutura, recurso e mandato.

Se um pouco muda tanto, quanto é possível mudar com mais alcance?
09

2015 a 2017, 18 anos, Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Acordava às 4h30, ia a pé para a Assembleia e aprendeu o Legislativo por dentro.

Foto: Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Aos 18 anos assumiu a Secretaria Estadual de Comunicação da Juventude do PSB e foi indicado para o gabinete de um deputado estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Começou estagiário, virou assessor e ficou cerca de dois anos.

A rotina era essa: 4h30 de pé, dois ônibus até a faculdade, aula de manhã, caminhada da faculdade até a Assembleia porque não sobrava dinheiro de passagem, trabalho à tarde e à noite, chegada em casa depois da meia-noite.

No gabinete redigiu projetos de lei, acompanhou comissões e plenário, cuidou de emendas parlamentares e atendeu prefeitos e vereadores que chegavam com problema real de cidade pequena.

Ele não estudou o Legislativo em livro. Aprendeu andando por dentro dele, sem filtro e sem atalho.

10

2015, 18 anos, Rotaract e Rotary

Tornou-se o mais jovem rotariano do Brasil e transformou serviço em método.

Foto: projeto comunitário do Rotary

Aos 18 anos entrou para o Rotaract e, logo depois, para o Rotary Club BH Leste, tornando-se o mais jovem rotariano do Brasil. Ocupou as diretorias de Protocolo e de Profissionais.

Participou de campanhas de prevenção e saúde para jovens, projetos de orientação de carreira e ações comunitárias em bairros da região metropolitana.

O que ele levou dali não foi título: foi a disciplina de transformar boa intenção em projeto com data, responsável e resultado.

11

20 anos, escolas públicas da região metropolitana

Criou o Projeto Cidadania e levou atendimento gratuito a mais de 3 mil pessoas.

Foto: Projeto Cidadania em escola pública

O Projeto Cidadania nasceu de duas experiências anteriores: o atendimento jurídico gratuito a pessoas em situação de rua e a comissão de assuntos estudantis da OAB, que organizou mais de 800 estudantes de Direito e firmou parcerias com defensoria, ministérios públicos e órgãos estaduais.

O projeto reunia advogados, estagiários e profissionais voluntários para atendimento gratuito dentro de escolas públicas de bairros vulneráveis. Com o tempo passou a incluir atendimento médico e psicológico, palestras de cidadania, encaminhamento para emprego e captação de emendas para reforma das escolas.

Os resultados são verificáveis: quadra reformada, refeitório reformado, laboratório de informática recuperado com novos computadores e painel de grafite no muro de uma escola. Mais de 3 mil pessoas atendidas em cerca de dois anos.

Um caso resume tudo. Uma mãe chegou desolada porque o filho havia sido preso injustamente e ela não tinha como pagar advogado. Ele acreditou nela, mobilizou um professor de Processo Penal que atuou sem cobrar nada, e meses depois o rapaz foi declarado inocente e solto.

Uma família inteira mudou de rumo porque alguém se recusou a dizer que não dava para fazer nada.
12

2015 em diante, Direito, da Dom Helder ao IBMEC

Estudou de manhã, trabalhou à tarde e à noite, e fala de acesso ao ensino com conhecimento de causa.

Foto: faculdade de Direito, Belo Horizonte

João Pedro passou no ENEM e foi aprovado em Ciências Políticas na UFF, em Angra dos Reis, mas não tinha como se manter sem recursos financeiros.

Inscreveu-se na Dom Helder Câmara, em Belo Horizonte, e começou o curso de Direito. Foi lá que disputou e venceu a eleição para o DCE Dom Helder Câmara.

Com nova nota no ENEM, conseguiu o FIES de 100% no IBMEC e continuou o curso de Direito, estudando pela manhã enquanto trabalhava na Assembleia Legislativa de tarde e à noite.

A rotina insustentável acabou por inviabilizar a conclusão do curso, uma situação que persiste até hoje e que João Pedro carrega com transparência.

No IBMEC, as disciplinas que mais o marcaram foram Ciência Política, Direito Constitucional e Economia.

13

2020, a Communicare

Fundou a própria agência e construiu do zero uma referência nacional em comunicação.

Foto: bastidores da Communicare

Antes de empreender, ele coordenou campanhas eleitorais do começo ao fim, com pouquíssimo recurso e muita organização. Aprendeu na prática o que funciona, o que é desperdício e o que é conversa fiada de marketing.

Em 2020 fundou a Communicare, agência de comunicação política e sindical. O primeiro cliente foi uma chapa sindical do fisco federal. Venceram. O resultado abriu a porta seguinte, e venceram de novo.

De lá para cá a agência cresceu com campanhas sindicais, associativas e eleitorais para prefeitos, vereadores e deputados, e se tornou referência nacional no universo do fisco, com atuação junto à Receita Federal e a receitas estaduais e municipais.

Ele também ajudou a fundar uma associação brasileira de pesquisadores eleitorais e atuou na formação de novos profissionais da área.

Empreender ensinou o que nenhuma teoria ensina: folha de pagamento, imposto, fluxo de caixa e a responsabilidade de sustentar a renda de outras famílias.

Ele não criou uma empresa para ter status. Criou para se sustentar, e transformou em referência.
14

Inovação e tecnologia

Cofundou uma startup de inteligência artificial, aprendeu rápido e seguiu em frente.

Em paralelo à agência, cofundou uma startup de inteligência artificial conversacional, com um assistente capaz de atender com linguagem natural e sem inventar respostas. A empresa foi aprovada num programa municipal de inovação e recebeu apoio para desenvolver o produto.

A operação foi encerrada quando a tecnologia avançou e o diferencial virou commodity. Encerrar na hora certa também é decisão de gestão.

Ficou o aprendizado sobre inovação, produto, ecossistema de startups e regulação de tecnologia, tema que hoje é um dos eixos centrais do projeto dele.

Falhar rápido e aprender é mais inteligente do que insistir no erro por orgulho.
15

17 de maio de 2026, um domingo

Acordou sabendo. E ao final do dia, não havia mais volta.

Foto: João Pedro em campanha

João Pedro Gomes dos Reis cresceu querendo ser político. Não como carreira. Não como herança. Não como oportunidade. Como vocação. Como a única coisa que sempre fez sentido em cada capítulo da vida.

Mas querer não basta. Ele sabia disso melhor do que ninguém, tinha passado anos vendo de dentro como a política funciona: nas assessorias na ALMG, nas campanhas que coordenou, nos bastidores de sindicatos e partidos que a Communicare atendeu. Aprendeu que candidatura sem estrutura é generosidade sem resultado.

Então esperou. Construiu. Estabilizou. Acumulou experiência.

Em 2026, os fatores estavam alinhados pela primeira vez: estabilidade financeira, experiência eleitoral comprovada, rede de relações construída ao longo de dez anos, saúde mental para enfrentar o que vem, e um partido que o apoiaria.

Mas ainda faltava a decisão. Ela chegou num domingo, 17 de maio de 2026.

João Pedro acordou com a clareza que às vezes só os domingos de manhã trazem. Sem alarme. Sem reunião. Sem agenda. Apenas a certeza.

Havia um aniversário de família à tarde. Chegou antes de todo mundo, como sempre. E ligou para a secretaria-geral do PSB em Minas Gerais, um dos políticos que ele mais respeita e um dos seus melhores amigos.

Disse que conhecia uma pessoa filiada ao PSB que queria ser candidata a Deputado Federal: jovem, com experiência, com certa estrutura, com gana. Perguntou se a chapa já estava fechada e se havia como colocá-la.

A resposta foi que a chapa estava em aberto e que dava para conversar.

João Pedro riu e disse: essa pessoa sou eu.

Silêncio por um instante. Depois veio a resposta: no fundo já se sabia. Sair assim, do nada, sem pré-campanha, era coisa de doido. Ele confirmou que era exatamente isso. E ouviu de volta: então vamos dar um jeito, seu nome na chapa fica comigo.

Ao final daquele domingo, João Pedro havia ligado para uma série de pessoas. Amigos. Ex-colegas. Pessoas que fizeram parte de cada capítulo daquela história. Ao final do dia, havia um grupo mobilizado.

Não havia mais volta. E ele nunca mais olhou para trás.

Não fui para a política. Voltei para ela. Sempre foi onde eu pertenci.

Capítulo 16

Construiu antes de pedir. Serviu antes de candidatar. É diferente porque a história é diferente.

  • Não veio de família política

    Veio de Venda Nova, da escola pública, do ônibus das 4h30.

  • Não passou pela política por cargo

    Passou pelo Rotary, pelo serviço voluntário e pelo Projeto Cidadania.

  • Não criou empresa para ter status

    Criou a Communicare do zero e a transformou em referência nacional.

  • Não decidiu se candidatar por oportunidade

    Decidiu depois de dez anos servindo sem cargo nenhum.

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Linha do tempo

Tudo o que está aqui foi construído antes de existir uma candidatura

Nenhum destes passos foi dado para caber num programa eleitoral. Foram dados quando ninguém estava olhando: na rua onde ele morava, na igreja do bairro, na organização juvenil, na escola pública, no gabinete, no primeiro cliente da empresa.

Toque em cada ano para abrir o que aconteceu ali. A soma deles é o que sustenta o pedido de voto que vem no fim desta página.

Trajetória verificável

Cada linha desta história tem nome, período e endereço

Campanha é o lugar onde qualquer um pode dizer qualquer coisa. Por isso aqui não há adjetivo sem lastro: abaixo estão as instituições, os cargos e os períodos que formam a trajetória, agrupados por tipo de atuação.

Tudo é público, conferível e checável por qualquer eleitor, jornalista ou adversário. Quem tem história não precisa inventar uma.

  • Serviço social e voluntariado
  • Formação e educação
  • Trajetória política
  • Empreendedorismo
  • 2014 a 2016

    Ordem DeMolay, Capítulo Essênios nº 4000

    Hospitaleiro

    Projetos sociais, Natal Solidário e visitas mensais a asilos e creches.

  • 2015 em diante

    Rotaract e Rotary Club BH Leste

    Diretorias de Protocolo e de Profissionais

    O mais jovem rotariano do Brasil, com ações comunitárias e de saúde.

  • 2017 a 2021

    Projeto Cidadania

    Idealizador e coordenador

    Atendimento jurídico, médico e psicológico gratuito em escolas públicas.

  • 2018 a 2019

    Projeto Banho de Amor

    Voluntário organizador

    Higiene, cuidado e dignidade para pessoas em situação de rua em BH.

  • 2017 a 2019

    OAB, Comissão de Estagiários

    Membro

    Organização de mais de 800 estudantes de Direito e parcerias institucionais.

  • 2013 a 2014

    Escola Estadual Menino Jesus de Praga

    Fundador do grêmio estudantil

    Primeira estrutura de representação criada por ele, ainda no ensino médio.

  • 2015

    CESEC Justinópolis

    Certificação do ensino médio

    Diploma por certificação para antecipar a entrada na universidade.

  • 2015 a 2016

    Dom Helder Câmara

    Estudante de Direito e presidente do DCE

    Disputou e venceu a eleição do diretório central de estudantes.

  • 2016 em diante

    IBMEC

    Estudante de Direito, FIES 100%

    Curso pela manhã enquanto trabalhava na Assembleia de tarde e à noite.

  • 2021

    Curso Novas Ondas, IPESPE e UFMG

    Formação em opinião pública

    Pesquisa eleitoral, comportamento do eleitor e análise de dados.

  • 2022

    RenovaBR

    Formação em liderança pública

    Programa de capacitação de novas lideranças políticas do país.

  • 2015 a 2017

    ALMG, gabinete de deputado estadual

    Estagiário e assessor

    Projetos de lei, comissões, plenário e emendas parlamentares.

  • 2017 a 2018

    ALMG, segundo gabinete

    Assessoria parlamentar

    Atendimento a municípios e acompanhamento de demandas do interior.

  • 2019

    Câmara Municipal de Belo Horizonte

    Assessoria de gabinete

    Trabalho legislativo municipal e relação direta com comunidades da capital.

  • 2015 em diante

    PSB

    Secretário Estadual de Comunicação da Juventude

    Filiado e atuante na organização estadual do partido.

  • 2014

    Cidadania (antigo PPS)

    Militância de juventude

    Primeira experiência partidária, ainda na adolescência.

  • 2013 a 2014

    AMES-BH

    Integrante

    Associação metropolitana de estudantes secundaristas de Belo Horizonte.

  • 2020 em diante

    Communicare

    Fundador

    Agência de comunicação política e sindical, referência nacional no fisco.

  • 2022 a 2023

    Prosador

    Cofundador

    Startup de inteligência artificial conversacional aprovada no programa Inova.

  • 2021 em diante

    ABRAPEL

    Cofundador

    Associação brasileira de pesquisadores eleitorais.

  • 2023 em diante

    Trop Coworking

    Sócio e articulador

    Ambiente de inovação e conexão entre empreendedores em Belo Horizonte.

Tem dúvida sobre algum destes dados? Escreva para contato@jpdep.com.br ou consulte os registros públicos.

Quem viveu isso de perto

Não é o candidato falando de si mesmo. São as pessoas que estiveram lá.

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