De um lado
Uma casa sem reboco num beco sem saída
A conversa da mesa era a conta de água, o material escolar e o que ia dar para comprar no fim do mês. Cuidar dos outros não era favor, era rotina.
4026Candidato a Deputado Federal por Minas Gerais • PSB
Antes de pedir um voto, João Pedro Reis organizou a rua onde morava, serviu na comunidade, trabalhou por dentro do Legislativo e construiu uma empresa do zero. Esta página conta essa história inteira.
Dia 5 de outubro de 2026, Deputado Federal 4026.
15 capítulos 12 minutos de história
Minas precisa de representante, não de mais um.
Esta frase não é um slogan criado por agência. É a síntese de tudo que João Pedro viu, viveu e concluiu entre a periferia de Belo Horizonte e os corredores do poder em Minas.
Minas Gerais tem 53 vagas na Câmara dos Deputados. Mas quantas dessas vagas são ocupadas por quem de fato conhece a vida do mineiro comum?
Quantas são de quem andou de ônibus por duas horas para chegar na faculdade? De quem cuidou das irmãs enquanto a mãe ia trabalhar como faxineira? De quem organizou um abaixo-assinado na rua da própria infância para conseguir um quebra-molas?
Minas precisa de representante. Não de mais um.
Prólogo
De um lado
A conversa da mesa era a conta de água, o material escolar e o que ia dar para comprar no fim do mês. Cuidar dos outros não era favor, era rotina.
Do outro
Piscina, garagem cheia e conversas sobre arte, ciência e política. O mesmo menino atravessava a cidade e entrava nos dois mundos no mesmo dia.
Dessa travessia não sobrou mágoa. Sobrou uma pergunta que nunca foi embora: por que a distância é tão grande?
A seguir, a história inteira, em capítulos curtos. Role a página.
A história completa
01
1997 a 2003, Venda Nova, Belo Horizonte
João Pedro Reis nasceu em novembro de 1997, numa madrugada, em Venda Nova. A mãe tinha 16 anos. O pai trabalhava como cobrador de ônibus. A casa era de primeiro andar, sem reboco, num beco sem saída no Bairro Lagoa.
A avó que o criou sustentava a casa com a aposentadoria. A mãe complementava com o que dava. Uma comprava o arroz e o feijão, a outra comprava a fruta e o biscoito. Faltava dinheiro, mas nunca faltou combinação.
Quando ele tinha seis anos, o pai foi trabalhar fora do país e não voltou. A casa passou a ser feita de três gerações de mulheres e um menino que entendeu cedo que ajudar não era favor, era parte.
Ele não herdou sobrenome nem estrutura. Herdou o hábito de resolver o que aparece.
02
1997 a 2003, o quintal do padrinho
O padrinho, bombeiro militar aposentado, era a régua da rotina: almoço às 11h, jantar às 18h, camisa social, chinelo e um relógio antigo que apitava ao meio-dia. Rotina, no meio de tanta instabilidade, era uma forma de cuidado.
O quintal tinha goiaba, acerola, cana, limão, bananeira e urucum. Ali, João Pedro passava horas: cavando a terra e brincando de procurar petróleo para enriquecer a família, transformando cabo de vassoura em lança para atirar nas bananeiras, criando armadilhas, imaginando aventuras.
Aos domingos a família se reunia em volta de uma mesa simples. Frango assado, refrigerante de laranja, todo mundo junto.
O que aprendeu naquele quintal ficou para sempre: com pouco também se constrói.
Ele não achou petróleo no quintal. Achou a certeza de que dá para fazer muito com pouco.
03
1997 a 2003, a formação do olhar
Tias dele trabalhavam como empregadas domésticas em casas tradicionais de Belo Horizonte e o levavam junto. Ele entrava num mundo com piscina, motorista, garagem cheia e conversas sobre arte, ciência e política.
Voltava para uma casa onde a conversa era sobre a conta de água e o material escolar. Ele não guardou revolta. Guardou uma pergunta que nunca mais soltou: por que a distância entre esses dois mundos é tão grande?
Foi acompanhando uma dessas casas que assistiu de perto à sua primeira carreata política, apertado numa Kombi, atravessando a cidade inteira de olhos abertos.
A conclusão que ele tirou dali é a base do projeto: não se trata de tirar de quem tem, e sim de fazer quem tem menos ganhar mais, com menos esforço e mais tempo de vida.
Por que o mundo é assim? A candidatura é a tentativa madura de responder a uma pergunta de criança.
04
2003 a 2007, o Bairro Lagoa
Aprendeu a andar de bicicleta na Rua do Triunfo, o beco sem saída onde morava.
Jogou bola no Campo do Lagoa.
Fez catequese na Igreja do bairro.
Estudou na Escola Estadual Professor Adir Andrade Urbano e na Escola Estadual Menino Jesus de Praga.
Foi ali, entre a rua e a escola, que aprendeu a conviver com todo mundo e a chamar cada vizinho pelo nome.
05
2008 a 2010, o ano da virada e o interior
Em 2008, a família perdeu no mesmo ano a avó e o padrinho, os dois pilares da casa. Tudo mudou.
A família se mudou para São Miguel do Anta, cidade natal da mãe. Ele estudou na Escola Pedro Lessa, se destacou, virou frequentador da biblioteca municipal e, de manhã cedo, chegou a colher café por poucos reais o saco.
Em 2010 voltaram a Belo Horizonte. A mãe trabalhou como faxineira até conseguir emprego fixo com carteira assinada num serviço de táxi aéreo, no Aeroporto da Pampulha. Um salário mínimo com benefícios foi uma conquista da casa inteira.
João Pedro ficava com as irmãs: comida, remédio, dever de casa, compras. Não foi um peso que o quebrou. Foi a responsabilidade que o formou.
A mãe trabalhava para que ele pudesse sonhar. Ele cuidava da casa para que ela pudesse trabalhar.
06
2012 a 2013, 14 anos, Venda Nova
Aos 14 anos começou a trabalhar numa loja de motos e consórcios da rua comercial do bairro. Comissão por venda. Aprendeu a abordar, a explicar, a insistir e a ouvir não sem desistir.
A rua era movimentada e perigosa. Em vez de reclamar, ele organizou: passou comércio por comércio recolhendo assinaturas, explicou o problema, montou o documento e protocolou na prefeitura. Tempos depois, os quebra-molas foram instalados.
Foi ali que ele descobriu o mecanismo que usa até hoje: gente organizada faz o poder público se mover.
O primeiro ato político dele foi um abaixo-assinado por quebra-molas. E funcionou.
07
2013 a 2014, 16 anos, ensino médio
Fundou o grêmio estudantil da Escola Estadual Menino Jesus de Praga. Passou a ocupar o tempo conversando com a direção, percorrendo as turmas, organizando pauta e participando de atos no centro da cidade. Foi convidado a integrar a AMES-BH, a associação metropolitana de estudantes secundaristas.
As notas caíram um pouco, e a escolha foi consciente. Ele fez a conta: ao completar 18 anos poderia obter o diploma por certificação no CESEC Justinópolis e entrar na universidade. Foi exatamente o que fez.
Não foi desistência. Foi estratégia de quem já sabia onde queria chegar e não tinha tempo a perder.
08
2014, 16 anos, Ordem DeMolay
Aos 16 anos, foi iniciado na Ordem DeMolay, organização juvenil ligada à Maçonaria, no Capítulo Essênios nº 4000, na Loja Maçônica Deus, Humanidade e Luz, no Bairro Bonfim.
Assumiu a função de hospitaleiro, responsável pelos projetos sociais e pelo cuidado com os integrantes.
Coordenou campanhas de Natal solidário: arrecadação de fraldas, alimentos e presentes para asilos e creches comunitárias, com visitas mensais aos idosos, almoço junto, conversa, tempo.
Numa dessas tardes passou horas ouvindo música antiga com uma senhora. No fim, ela chorou, abraçou e disse que fazia décadas que não escutava aquelas canções. Nada ali custou dinheiro.
A lição virou tese: se algo tão simples tem esse efeito, imagine o alcance possível com estrutura, recurso e mandato.
Se um pouco muda tanto, quanto é possível mudar com mais alcance?
09
2015 a 2017, 18 anos, Assembleia Legislativa de Minas Gerais
Aos 18 anos assumiu a Secretaria Estadual de Comunicação da Juventude do PSB e foi indicado para o gabinete de um deputado estadual na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Começou estagiário, virou assessor e ficou cerca de dois anos.
A rotina era essa: 4h30 de pé, dois ônibus até a faculdade, aula de manhã, caminhada da faculdade até a Assembleia porque não sobrava dinheiro de passagem, trabalho à tarde e à noite, chegada em casa depois da meia-noite.
No gabinete redigiu projetos de lei, acompanhou comissões e plenário, cuidou de emendas parlamentares e atendeu prefeitos e vereadores que chegavam com problema real de cidade pequena.
Ele não estudou o Legislativo em livro. Aprendeu andando por dentro dele, sem filtro e sem atalho.
10
2015, 18 anos, Rotaract e Rotary
Aos 18 anos entrou para o Rotaract e, logo depois, para o Rotary Club BH Leste, tornando-se o mais jovem rotariano do Brasil. Ocupou as diretorias de Protocolo e de Profissionais.
Participou de campanhas de prevenção e saúde para jovens, projetos de orientação de carreira e ações comunitárias em bairros da região metropolitana.
O que ele levou dali não foi título: foi a disciplina de transformar boa intenção em projeto com data, responsável e resultado.
11
20 anos, escolas públicas da região metropolitana
O Projeto Cidadania nasceu de duas experiências anteriores: o atendimento jurídico gratuito a pessoas em situação de rua e a comissão de assuntos estudantis da OAB, que organizou mais de 800 estudantes de Direito e firmou parcerias com defensoria, ministérios públicos e órgãos estaduais.
O projeto reunia advogados, estagiários e profissionais voluntários para atendimento gratuito dentro de escolas públicas de bairros vulneráveis. Com o tempo passou a incluir atendimento médico e psicológico, palestras de cidadania, encaminhamento para emprego e captação de emendas para reforma das escolas.
Os resultados são verificáveis: quadra reformada, refeitório reformado, laboratório de informática recuperado com novos computadores e painel de grafite no muro de uma escola. Mais de 3 mil pessoas atendidas em cerca de dois anos.
Um caso resume tudo. Uma mãe chegou desolada porque o filho havia sido preso injustamente e ela não tinha como pagar advogado. Ele acreditou nela, mobilizou um professor de Processo Penal que atuou sem cobrar nada, e meses depois o rapaz foi declarado inocente e solto.
Uma família inteira mudou de rumo porque alguém se recusou a dizer que não dava para fazer nada.
12
2015 em diante, Direito, da Dom Helder ao IBMEC
João Pedro passou no ENEM e foi aprovado em Ciências Políticas na UFF, em Angra dos Reis, mas não tinha como se manter sem recursos financeiros.
Inscreveu-se na Dom Helder Câmara, em Belo Horizonte, e começou o curso de Direito. Foi lá que disputou e venceu a eleição para o DCE Dom Helder Câmara.
Com nova nota no ENEM, conseguiu o FIES de 100% no IBMEC e continuou o curso de Direito, estudando pela manhã enquanto trabalhava na Assembleia Legislativa de tarde e à noite.
A rotina insustentável acabou por inviabilizar a conclusão do curso, uma situação que persiste até hoje e que João Pedro carrega com transparência.
No IBMEC, as disciplinas que mais o marcaram foram Ciência Política, Direito Constitucional e Economia.
13
2020, a Communicare
Antes de empreender, ele coordenou campanhas eleitorais do começo ao fim, com pouquíssimo recurso e muita organização. Aprendeu na prática o que funciona, o que é desperdício e o que é conversa fiada de marketing.
Em 2020 fundou a Communicare, agência de comunicação política e sindical. O primeiro cliente foi uma chapa sindical do fisco federal. Venceram. O resultado abriu a porta seguinte, e venceram de novo.
De lá para cá a agência cresceu com campanhas sindicais, associativas e eleitorais para prefeitos, vereadores e deputados, e se tornou referência nacional no universo do fisco, com atuação junto à Receita Federal e a receitas estaduais e municipais.
Ele também ajudou a fundar uma associação brasileira de pesquisadores eleitorais e atuou na formação de novos profissionais da área.
Empreender ensinou o que nenhuma teoria ensina: folha de pagamento, imposto, fluxo de caixa e a responsabilidade de sustentar a renda de outras famílias.
Ele não criou uma empresa para ter status. Criou para se sustentar, e transformou em referência.
14
Inovação e tecnologia
Em paralelo à agência, cofundou uma startup de inteligência artificial conversacional, com um assistente capaz de atender com linguagem natural e sem inventar respostas. A empresa foi aprovada num programa municipal de inovação e recebeu apoio para desenvolver o produto.
A operação foi encerrada quando a tecnologia avançou e o diferencial virou commodity. Encerrar na hora certa também é decisão de gestão.
Ficou o aprendizado sobre inovação, produto, ecossistema de startups e regulação de tecnologia, tema que hoje é um dos eixos centrais do projeto dele.
Falhar rápido e aprender é mais inteligente do que insistir no erro por orgulho.
15
17 de maio de 2026, um domingo
João Pedro Gomes dos Reis cresceu querendo ser político. Não como carreira. Não como herança. Não como oportunidade. Como vocação. Como a única coisa que sempre fez sentido em cada capítulo da vida.
Mas querer não basta. Ele sabia disso melhor do que ninguém, tinha passado anos vendo de dentro como a política funciona: nas assessorias na ALMG, nas campanhas que coordenou, nos bastidores de sindicatos e partidos que a Communicare atendeu. Aprendeu que candidatura sem estrutura é generosidade sem resultado.
Então esperou. Construiu. Estabilizou. Acumulou experiência.
Em 2026, os fatores estavam alinhados pela primeira vez: estabilidade financeira, experiência eleitoral comprovada, rede de relações construída ao longo de dez anos, saúde mental para enfrentar o que vem, e um partido que o apoiaria.
Mas ainda faltava a decisão. Ela chegou num domingo, 17 de maio de 2026.
João Pedro acordou com a clareza que às vezes só os domingos de manhã trazem. Sem alarme. Sem reunião. Sem agenda. Apenas a certeza.
Havia um aniversário de família à tarde. Chegou antes de todo mundo, como sempre. E ligou para a secretaria-geral do PSB em Minas Gerais, um dos políticos que ele mais respeita e um dos seus melhores amigos.
Disse que conhecia uma pessoa filiada ao PSB que queria ser candidata a Deputado Federal: jovem, com experiência, com certa estrutura, com gana. Perguntou se a chapa já estava fechada e se havia como colocá-la.
A resposta foi que a chapa estava em aberto e que dava para conversar.
João Pedro riu e disse: essa pessoa sou eu.
Silêncio por um instante. Depois veio a resposta: no fundo já se sabia. Sair assim, do nada, sem pré-campanha, era coisa de doido. Ele confirmou que era exatamente isso. E ouviu de volta: então vamos dar um jeito, seu nome na chapa fica comigo.
Ao final daquele domingo, João Pedro havia ligado para uma série de pessoas. Amigos. Ex-colegas. Pessoas que fizeram parte de cada capítulo daquela história. Ao final do dia, havia um grupo mobilizado.
Não havia mais volta. E ele nunca mais olhou para trás.
Não fui para a política. Voltei para ela. Sempre foi onde eu pertenci.
“Não fui para a política. Voltei para ela. Sempre foi onde eu pertenci.”
João Pedro Reis
Sem palanque, sem grito. Só ele contando por que decidiu disputar.
Credibilidade
3.000+
pessoas atendidas
Atendimento jurídico, médico e psicológico gratuito em escolas públicas da Região Metropolitana de BH, pelo Projeto Cidadania.
4
escolas públicas reformadas
Quadra, refeitório, laboratório de informática e painel de grafitagem entregues em escolas de BH e Ribeirão das Neves.
800+
estudantes de Direito organizados
Comissão de Assuntos Estudantis e do Estagiário da OAB, com mais de 100 escritórios visitados e parcerias com DPMG, AGU, MPF e MPMG.
2
anos na Assembleia Legislativa
Estagiário e depois assessor na ALMG: redação de projetos de lei, comissões, emendas parlamentares e atendimento a prefeitos e vereadores.
6
anos à frente da Communicare
Agência de comunicação política e sindical fundada em 2020, hoje referência no universo do fisco em todo o Brasil.
Número a confirmar antes da publicação.
12
eixos de projeto político
Posições públicas sobre democracia, serviços públicos, interior de Minas, trabalho, inclusão e tecnologia.
Espaço reservado para o depoimento de quem foi atendido pelo Projeto Cidadania.
Nome do apoiador
Atendida pelo Projeto Cidadania, RMBH
Espaço reservado para o depoimento de uma liderança sindical parceira.
Nome da liderança
Dirigente sindical
Espaço reservado para o depoimento de quem trabalhou com ele na ALMG.
Nome do colega
Assembleia Legislativa de Minas Gerais
Depoimentos reais entram aqui assim que forem autorizados.
Por que agora
Uma mãe sai de casa antes do sol para pegar dois ônibus e chegar ao trabalho. Um professor acumula três escolas para fechar o mês. Um pequeno empresário passa a madrugada tentando entender uma nova obrigação fiscal. Um jovem faz as contas e conclui que precisa deixar a cidade onde nasceu.
Nenhuma dessas pessoas acorda pensando em política. Mas quase tudo que aperta o dia delas foi decidido em Brasília, por gente que nunca viveu nada parecido.
É aí que a pergunta muda de lugar. A questão não é de qual lado o deputado está no grito da semana. A questão é se ele conhece, de verdade, a vida de quem depende daquela decisão.
João Pedro conhece. Não por pesquisa. Por biografia.
Representar bem exige duas coisas que raramente andam juntas: saber como a vida real funciona e saber como o Estado funciona.
Ele aprendeu a primeira parte crescendo num beco sem saída, cuidando da casa para a mãe poder trabalhar e vendo de perto o que falta quando falta tudo.
Aprendeu a segunda parte por dentro: assessoria no Legislativo, projetos de lei, emendas, orçamento, campanhas, sindicatos e uma empresa construída do zero, com folha, imposto e risco.
Quem só viveu um dos dois lados traduz mal o outro. Esta candidatura nasce exatamente do encontro dos dois.
Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do Brasil. 53 vagas na Câmara dos Deputados. Mais de 16 milhões de eleitores.
E uma história que combina de tudo: a maior reserva de ferro do planeta, o coração cultural do país, a terceira maior economia do Brasil, o Vale do Jequitinhonha esquecido por Brasília, e uma capital que cresceu sem parar enquanto seu povo crescia mais devagar.
Minas merece representação à altura dessa complexidade. Não um deputado de clã. Não um herdeiro de mandato. Não alguém que conhece Minas pelos relatórios.
Alguém que é de Minas. Que viveu Minas. Que entende a diferença entre o Lagoa e a Pampulha, entre Venda Nova e o Sion, entre Belo Horizonte e São Miguel do Anta.
A política tem ciclos. E há momentos em que uma nova geração precisa entrar, com história real, com experiência comprovada e sem compromisso com o que veio antes.
João Pedro passou dez anos aprendendo: como se ganha uma eleição sindical, como se redige um projeto de lei, como se gerencia uma emenda parlamentar, como se mobiliza uma comunidade, como se constrói uma empresa do zero, como se fecha um coworking às 23h com uma startup que não vai dar certo mas que vai ensinar muito.
Dez anos aprendendo para não errar na hora certa. E 2026 é a hora certa.
A política da espetacularização cansou. O grito substituiu o argumento. O post substituiu o projeto. A polarização virou modelo de negócio.
E enquanto isso, Minas continua com estradas esburacadas no interior, UBS sem médico especialista, professor sobrecarregado acumulando empregos, jovem talentoso saindo do estado por falta de oportunidade, aposentado perdendo poder de compra a cada ano.
Minas precisa de representante. Não de mais um. Esta frase não é retórica. É um diagnóstico. E uma proposta.
No dia 17 de maio de 2026, um domingo, João Pedro Gomes dos Reis acordou com a decisão tomada.
Não foi impulsividade. Foi o resultado de dez anos de preparação que reconheceu o momento certo.
Você está lendo esta página. Isso não é coincidência.
Chegou a hora de Minas ter um representante de verdade. Vote 4026.
O que ele defende
A democracia é imperfeita e inegociável. Diálogo e pacificação acima de qualquer radicalismo, venha de onde vier.
Renovação não é só ser jovem. É chegar com trajetória verificável e sem dever favor a estrutura nenhuma.
Ele não é candidato de um grupo. Transita entre o trabalhador, o empreendedor, o servidor, o jovem e o interior.
Quem paga imposto tem direito a serviço que funcione. Saúde preventiva, não apenas reativa. Educação com tecnologia de verdade.
Ele já pagou Simples Nacional, já contratou o primeiro funcionário e já perdeu noite por fluxo de caixa.
Servidor público não é inimigo da sociedade. É quem faz o Estado existir na ponta.
Ele tem raiz em Venda Nova e no interior. Sabe o que é morar longe de onde as decisões são tomadas.
Motorista de app, entregador, caminhoneiro e trabalhador informal precisam de lei que reconheça o trabalho real de hoje.
A escolha de cada pessoa é dela. Cabe ao Estado combater a discriminação e garantir direito e acesso.
Ele veio do voluntariado. Sabe que o terceiro setor resolve hoje o que o Estado ainda não resolveu.
A lei existe. A fiscalização é que não chega. Quem cuida de animal também merece representação.
IA é uma revolução como o computador foi. Regulação inteligente protege o cidadão sem travar a inovação.
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A resposta é montada a partir dos eixos publicados neste site. Se o tema ainda não tiver posição publicada, isso é dito com clareza.
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Seis ferramentas rápidas para você entender o que está em jogo, se comparar com o candidato e levar essa conversa para a sua rede.
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Gerar meu cardJoão Pedro escreveu cartas abertas para diferentes perfis de mineiros. Encontre a sua e compartilhe.
Ver as cartasPerguntas sobre suas prioridades. Veja onde você e João Pedro concordam.
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SimularExplore o mapa de Minas Gerais e veja os dados da sua cidade.
Abrir o mapaNão precisa de cargo nem de filiação. Só de acreditar que Minas pode ter um representante de verdade.
Não foi uma decisão de carreira. Foi uma convicção formada em mais de dez anos de serviço antes de qualquer cargo.
Ler artigoJoão Pedro cresceu vendo dois universos paralelos. Um sem reboco nas paredes. Outro com piscina e motorista. Ele nunca parou de pensar no porquê disso.
Ler artigoRepresentação real, infraestrutura, serviços públicos e fomento ao que Minas já sabe fazer de melhor: cultura, turismo, mineração responsável e agronegócio.
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