PARA VOCÊ, TÉCNICO EM AQUICULTURA QUE ALIMENTA MINAS
Cansado de ver seu conhecimento técnico esbarrar na burocracia e na falta de apoio?
Você domina o ciclo do peixe, a qualidade da água, o manejo da ração. Mas, na hora de fazer a aquicultura de Minas Gerais decolar, sente que o sistema rema contra a maré. É hora de mudar essa corrente.
O que trava o seu dia
Os problemas que aparecem na sua rotina
- Dedicar horas na criação de um plano de manejo sanitário impecável, apenas para a licença ambiental demorar meses, ou até anos, colocando em risco todo o investimento e a saúde do seu plantel.
- Calcular o custo-benefício de cada quilo de ração, mas na hora de buscar crédito para expansão, enfrentar juros proibitivos ou uma montanha de papelada que desestimula qualquer produtor.
- Perceber a demanda crescente por peixe fresco no interior de Minas, mas não ter acesso a programas de fomento ou canais de distribuição que valorizem o produto local e facilitem o escoamento.
- Ver o avanço de novas tecnologias e métodos de cultivo, mas a burocracia para acesso a emendas parlamentares ou editais de inovação é tão complexa que a boa ideia acaba morrendo na praia.
- Saber que a sanidade do viveiro é primordial, mas a fiscalização é inconsistente, não coíbe práticas ruins e o sistema de registro e rastreabilidade dificulta a valorização do bom produtor.
- Acompanhar a defasagem da faixa do MEI e do Simples, que ignora os custos de produção em aquicultura e muitas vezes te obriga a buscar a informalidade ou a crescer de forma desorganizada.
Por que ele entende disso
A trajetória de João Pedro Reis e a sua realidade
João Pedro Reis sabe que a realidade do interior de Minas Gerais é única, e que cada setor tem seus desafios específicos. Ele cresceu em um contexto onde a falta de recursos era uma constante, mas a criatividade para solucionar problemas no quintal, entre goiabeiras, se fazia presente. Essa mesma disciplina e foco ele aplicou na vida adulta, onde aprendeu que o conhecimento técnico, como o seu na aquicultura, precisa de rigor na execução e de um sistema que funcione para não ser desperdiçado.
Ele viveu o contraste de realidades, do beco de Venda Nova ao aprendizado em São Miguel do Anta, na Zona da Mata. Lá, colheu café de madrugada para ajudar nas contas, entendendo o valor do trabalho braçal e a importância de políticas que valorizem o produtor local. A política, para ele, é sobre dar condições para que o seu esforço, como técnico em aquicultura, seja reconhecido e frutifique, sem a distância abissal entre quem produz e quem colhe os benefícios.
Seu caminho passou por fundar uma agência, onde geriu folhas de pagamento e enfrentou os desafios de ser empreendedor. Isso deu a ele uma visão pragmática: sabe que as propostas precisam fazer a conta fechar, que é preciso simplificar a vida de quem gera emprego e renda, como você na aquicultura, para que Minas Gerais continue crescendo.
Compromissos para técnico em aquicultura
O que ele vai defender no Congresso para técnico em aquicultura
Nenhuma dessas propostas foi escrita em gabinete. Elas nasceram de conversa, de escuta e de perguntas feitas diretamente a técnico em aquicultura sobre o que trava a vida de vocês.
Desburocratização e celeridade para licenças ambientais e sanitárias
Ouvimos de técnicos como você que a demora na liberação de licenças é um gargalo. Vamos atuar para simplificar as obrigações acessórias para o setor, garantindo que o processo seja ágil e transparente, sem sacrificar a segurança ambiental ou sanitária. Assim, seu projeto de aquicultura não ficará parado na fila, mas poderá crescer com a certeza de estar em conformidade.
Crédito justo e acessível para o pequeno produtor e técnico em aquicultura
O acesso ao crédito ainda é um entrave. Defendemos a criação de linhas de crédito com juros compatíveis com a realidade do produtor rural e do técnico que quer empreender na aquicultura. Menos burocracia e mais agilidade para que você possa investir em equipamentos, expansão e novas tecnologias, sem perder o sono com a taxa de juros.
Fomento à inovação e assistência técnica especializada
Sabemos que a inovação é chave para a aquicultura. Vamos lutar pela ampliação de recursos federais de fomento à inovação, com acesso simplificado para pequenos negócios e startups do interior, e por programas de assistência técnica em parceria com universidades e institutos federais, garantindo que a tecnologia e o conhecimento cheguem até o seu viveiro.
Valorização do produto local e compras públicas da aquicultura mineira
O mercado precisa valorizar o peixe de Minas. Nossa proposta, construída com base na escuta ativa de produtores e técnicos, é defender fatias garantidas nas compras públicas para empresas locais de pequeno porte da aquicultura, como escolas e hospitais, estimulando a economia regional e criando um canal seguro para o escoamento da sua produção.
Fiscalização eficiente e apoio à sanidade aquícola
A fiscalização não pode ser um peso, mas um aliado da qualidade. Defenderemos o fortalecimento da fiscalização para combater práticas irregulares que prejudicam todo o setor, e apoiaremos políticas de sanidade aquícola que garantam a saúde do seu plantel, a qualidade do produto e a competitividade do nosso peixe no mercado.
Ajuste na faixa do MEI e Simples para a realidade da aquicultura
A estrutura tributária atual, muitas vezes, não reflete a realidade do seu custo de produção. Propomos a defesa de uma faixa do MEI e do Simples atualizada, que reconheça as particularidades e os desafios financeiros da aquicultura, permitindo que você legalize e amplie sua operação com mais tranquilidade e segurança.
Escuta direta
Você que é técnico em aquicultura: como podemos te ajudar?
O que mais atrapalha a sua rotina hoje? O que precisa mudar para a sua vida melhorar de verdade? Escreva com as suas palavras, sem formalidade. Cada relato entra na construção das propostas.
Por que votar 4026
Três motivos objetivos para o seu voto
- Conhece a realidade do interior e as dificuldades do empreendedor em Minas.
- Fará da desburocratização uma prioridade para o setor produtivo, como a aquicultura.
- Comprometido com a valorização do produto local e o crédito para o pequeno negócio.
Perguntas frequentes
Dúvidas de quem está decidindo o voto
Toque em cada pergunta para abrir a resposta.
Como João Pedro Reis entende a burocracia que atrapalha o técnico em aquicultura?
Ele mesmo enfrentou a burocracia ao fundar sua própria agência e, antes disso, atuou na Assembleia Legislativa, onde aprendeu os trâmites e os pontos onde os processos emperram. Sua vivência prática e sua experiência no legislativo o capacitam a propor soluções para desburocratizar a obtenção de licenças e o acesso a fomento para a aquicultura.
As propostas do candidato realmente consideram as particularidades da aquicultura de Minas?
Sim, as propostas foram construídas a partir da escuta ativa de diversos setores, incluindo o da aquicultura, e são alinhadas ao Eixo 'Representatividade Ampla', que reconhece as realidades distintas dos 853 municípios mineiros. Ele sabe que a aquicultura tem desafios específicos no interior, e suas soluções miram essas necessidades.
João Pedro Reis tem experiência com crédito e fomento para o pequeno produtor rural?
Ele entende as dores do empreendedor que precisa de crédito, pois já 'pagou Simples Nacional e perdeu noite por fluxo de caixa'. Sua plataforma defende crédito com juro compatível e menos burocracia para o pequeno negócio do interior, um pilar fundamental para a expansão e modernização da aquicultura mineira.
Como o candidato pretende impulsionar a inovação no setor aquícola em Minas?
Baseado no eixo 'Inovação, Investimento e Aceleração de Negócios', ele propõe ampliar recursos federais de fomento à inovação com acesso simplificado para pequenos negócios e startups do interior, além de apoiar programas de aceleração em parceria com universidades e institutos, levando tecnologia e conhecimento para a aquicultura.
Haverá um canal direto para que técnicos e produtores de aquicultura possam apresentar suas demandas?
Sim, ele se compromete com um 'Canal permanente de demandas abertas, sem filtro de assessoria, para qualquer cidadão', garantindo que a voz dos técnicos e produtores de aquicultura seja ouvida diretamente e que suas necessidades guiem a atuação do mandato, refletindo a importância da 'Representatividade Ampla'.
As emendas parlamentares de João Pedro Reis serão direcionadas para as necessidades da aquicultura?
Ele se compromete a vincular emendas parlamentares a 'diagnóstico técnico e prestação de contas pública do resultado'. Isso significa que os recursos serão aplicados onde há necessidade real, após análise técnica, beneficiando setores produtivos como a aquicultura, com foco em resultados concretos e transparência.
Como o candidato vai defender o trabalho do técnico em aquicultura contra regulamentações desfavoráveis?
No eixo 'Funcionalismo e Estado que entrega', ele recusa 'reforma que transfira o custo do ajuste apenas para quem já está na ponta'. Ele defende o diálogo permanente com entidades representativas antes de votar pauta do setor, garantindo que as regulamentações sejam justas e levem em conta a realidade do seu trabalho.
João Pedro Reis vai apoiar a valorização e escoamento do pescado produzido em Minas Gerais?
Sim. Em suas propostas, está a defesa de 'Compras públicas com fatia garantida para empresa local de pequeno porte'. Isso significa que o peixe e produtos da aquicultura mineira terão prioridade na aquisição por órgãos públicos, valorizando a produção regional e garantindo um mercado consumidor estável para o setor.
Quem vive a mesma rotina
Quem vive a rotina de técnico em aquicultura falando por si
Depoimentos em vídeo e em texto de quem enfrenta os mesmos horários, os mesmos custos e as mesmas dificuldades que você. Nada de figurante: são relatos reais de técnico em aquicultura.
Os primeiros depoimentos de quem vive a rotina de técnico em aquicultura estão sendo reunidos. Você pode ser a primeira pessoa a falar.
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Se fez sentido para você, o voto é o que transforma isso em mandato
Minas precisa de representante, não de mais um. João Pedro Reis, 4026, PSB, Deputado Federal, em 4 de outubro de 2026.