Feito para quem roda o dia inteiro
Você roda doze horas por dia e ainda precisa provar que o seu trabalho é sério
Taxista de Minas não pede favor. Pede regra clara, combustível que caiba na corrida e aposentadoria que exista no fim da linha. Esta página foi escrita ouvindo a categoria.
O que trava o seu dia
Os problemas que aparecem na sua rotina
- O combustível sobe no meio do mês e a bandeirada continua a mesma, então o aumento sai direto do seu bolso.
- Aplicativo entra na sua praça sem alvará, sem vistoria e sem as obrigações que a prefeitura cobra de você todo ano.
- Ponto sem estrutura: sem banheiro, sem sombra, sem sinalização, sem segurança em horário de madrugada.
- Contribuição do INSS como autônomo pesa no mês fraco e, mesmo pagando, a aposentadoria continua incerta.
- Manutenção, seguro e troca de carro caem todos no mesmo ano e não existe linha de crédito pensada para a categoria.
- Assalto e insegurança em corridas noturnas, com pouco retorno prático de quem deveria cuidar disso.
Por que ele entende disso
A trajetória de João Pedro Reis e a sua realidade
João Pedro Reis nasceu em Venda Nova, filho de mãe adolescente, e cresceu vendo em casa o que é depender do trabalho do dia para pagar a conta do dia. Estudou em escola pública, começou a trabalhar cedo e conhece de perto a diferença entre quem tem salário garantido no fim do mês e quem só recebe se sair de casa.
Ele também sabe o que é conviver com regra que muda no meio do caminho. A trajetória dele foi construída em serviço público, em associativismo e em conselhos, sempre no mesmo lugar: aproximar quem decide de quem sente a decisão na pele. É exatamente isso que falta para o táxi.
Para escrever esta página, a campanha ouviu taxistas de ponto, permissionários e motoristas auxiliares. As propostas abaixo saíram dessas conversas, não de gabinete.
Compromissos para taxista
O que ele vai defender no Congresso para taxista
Nenhuma dessas propostas foi escrita em gabinete. Elas nasceram de conversa, de escuta e de perguntas feitas diretamente a taxista sobre o que trava a vida de vocês.
Regra igual para quem faz o mesmo serviço
Transporte remunerado de passageiro tem que ter a mesma exigência de vistoria, seguro e identificação, seja táxi ou aplicativo. Quem cumpre a lei não pode competir em desvantagem com quem não cumpre nada.
Previsibilidade no custo do combustível
Defesa de mecanismos que reduzam o repasse imediato da volatilidade internacional para a bomba, com transparência de preço e acompanhamento público, porque para o taxista cada centavo no litro é margem de trabalho.
Previdência que faça sentido para autônomo
Faixa de contribuição pensada para renda variável, com regra clara de tempo e possibilidade de recuperar meses fracos, para que uma vida inteira ao volante não termine sem aposentadoria digna.
Crédito para renovação de frota e manutenção
Linhas específicas de financiamento com juro reduzido para troca de veículo, adaptação para acessibilidade e manutenção preventiva, com acesso simples e sem exigência que só grande empresa consegue cumprir.
Ponto de táxi com estrutura e segurança
Ponto é local de trabalho. Cobrança de estrutura mínima, iluminação, sinalização e integração com câmeras e resposta rápida em áreas de risco, principalmente no período noturno.
Voz da categoria nas decisões
Nenhuma mudança de regra do transporte individual sem audiência pública com sindicatos, associações e taxistas de ponto. Quem roda na rua precisa ser ouvido antes, não depois da norma publicada.
Escuta direta
Você que é taxista: como podemos te ajudar?
O que mais atrapalha a sua rotina hoje? O que precisa mudar para a sua vida melhorar de verdade? Escreva com as suas palavras, sem formalidade. Cada relato entra na construção das propostas.
Por que votar 4026
Três motivos objetivos para o seu voto
- Ele não trata táxi como assunto de campanha: as propostas desta página saíram de conversa com taxistas de verdade.
- Trajetória de origem simples, escola pública e trabalho desde cedo, então entende renda variável sem precisar de tradução.
- Compromisso público de não mudar regra do transporte individual sem ouvir a categoria antes.
Perguntas frequentes
Dúvidas de quem está decidindo o voto
Toque em cada pergunta para abrir a resposta.
Qual candidato defende os taxistas em Minas Gerais na eleição de 2026?
João Pedro Reis, número 4026, PSB, é candidato a Deputado Federal por Minas Gerais e tem uma pauta específica para o táxi: regra igual entre táxi e aplicativo, previsibilidade no preço do combustível, previdência adequada ao trabalhador autônomo, crédito para renovação de frota e estrutura mínima nos pontos. As propostas foram construídas em conversas com taxistas de ponto e permissionários.
O que um deputado federal pode fazer pelo taxista na prática?
Deputado federal legisla sobre regras nacionais de transporte remunerado, previdência, tributos sobre combustível e crédito. Isso significa que ele pode propor e votar leis que igualem exigências entre táxi e aplicativo, criem faixas de contribuição previdenciária compatíveis com renda variável e destravem linhas de financiamento para renovação de veículo, além de fiscalizar o governo na execução dessas políticas.
A proposta é proibir aplicativos de transporte?
Não. A defesa é de regra igual para serviço igual. Se o serviço é transporte remunerado de passageiro, as exigências de vistoria, seguro, identificação e segurança devem valer para todos. O problema não é a existência do aplicativo, é a assimetria que obriga o taxista a cumprir uma lista de obrigações que o concorrente não cumpre.
Como fica a aposentadoria de quem é taxista autônomo?
Hoje muitos taxistas contribuem como autônomos e sofrem nos meses de renda baixa, o que gera lacunas no tempo de contribuição. A proposta é uma faixa de contribuição pensada para renda variável, com regra clara para recuperar meses fracos e informação simples sobre o que cada contribuição garante, para que ninguém descubra o problema apenas na hora de pedir o benefício.
Existe alguma proposta sobre o preço do combustível para quem trabalha dirigindo?
Sim. Para quem roda o dia inteiro, combustível é insumo de trabalho, não despesa eventual. A defesa é de mecanismos que reduzam o repasse imediato da variação internacional para a bomba, com transparência total na formação do preço e acompanhamento público, dando previsibilidade para quem precisa calcular a margem de cada corrida.
E a segurança do taxista, principalmente à noite?
Ponto de táxi é local de trabalho e precisa ser tratado como tal: iluminação, sinalização, estrutura mínima e integração com sistemas de monitoramento e resposta rápida nas áreas de maior risco. No plano federal, entra o apoio a programas de segurança pública que priorizem trabalhadores expostos em turno noturno.
Como o taxista pode ajudar a levar essa pauta para Brasília?
O primeiro passo é o voto em 4026 no dia 4 de outubro de 2026. O segundo é se cadastrar como apoiador, o que permite receber as informações da campanha e participar das consultas da categoria. O terceiro é enviar a sua demanda pela caixa desta página, porque cada relato entra na construção das propostas.
Essas propostas valem para taxista de qualquer cidade de Minas?
Sim. A pauta é federal, então vale para taxista de Belo Horizonte, do interior e das cidades de fronteira metropolitana. Questões municipais, como número de alvarás e localização de pontos, seguem com a prefeitura, mas as regras de transporte remunerado, previdência, combustível e crédito são decididas em Brasília.
Quem vive a mesma rotina
Quem vive a rotina de taxista falando por si
Depoimentos em vídeo e em texto de quem enfrenta os mesmos horários, os mesmos custos e as mesmas dificuldades que você. Nada de figurante: são relatos reais de taxista.
Os primeiros depoimentos de quem vive a rotina de taxista estão sendo reunidos. Você pode ser a primeira pessoa a falar.
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Próximo passo
Se fez sentido para você, o voto é o que transforma isso em mandato
Minas precisa de representante, não de mais um. João Pedro Reis, 4026, PSB, Deputado Federal, em 4 de outubro de 2026.