Para você, que cuida da memória de Minas, e dos acervos que são a nossa alma.
Cansado de ver nosso patrimônio em MG pedir socorro, enquanto o futuro da museologia é incerto?
Você dedica sua vida a preservar a história, a arte e a cultura de Minas, mas enfrenta orçamentos minguados, burocracia que emperra projetos e o risco constante de ver nosso legado se perder. Conheça um candidato que entende a importância do seu trabalho e a urgência de defender o patrimônio cultural.
O que trava o seu dia
Os problemas que aparecem na sua rotina
- Ver o acervo da sua instituição sem recursos para a manutenção adequada, com o cheiro de mofo corroendo documentos históricos ou a poeira ameaçando obras de valor inestimável.
- A angústia de ter um projeto de exposição ou digitalização pronto, mas esbarrar na falta de editais específicos ou na burocracia excessiva para conseguir o financiamento necessário.
- A invisibilidade da sua carreira, com salários defasados, falta de plano de cargos e a necessidade de se desdobrar em múltiplas funções sem o devido reconhecimento.
- A dificuldade de tornar os museus verdadeiramente acessíveis, seja pela falta de rampas, sinalização em Libras ou recursos para audiodescrição, afastando parte do público que você deseja alcançar.
- O medo constante de cortes no orçamento da cultura, que impactam diretamente a segurança dos acervos, a manutenção predial e a própria continuidade dos programas educativos.
- A sensação de que a lei de incentivo à cultura, tão importante para os museus, muitas vezes beneficia apenas os grandes centros, deixando as instituições do interior à margem.
Por que ele entende disso
A trajetória de João Pedro Reis e a sua realidade
João Pedro Reis cresceu circulando entre realidades contrastantes em Minas, da casa sem reboco em Venda Nova aos bairros nobres de Belo Horizonte. Essa vivência o fez entender que a dignidade não depende do CEP, mas o esforço para alcançá-la, muitas vezes, sim. Ele viu de perto a riqueza cultural de São Miguel do Anta, na Zona da Mata, e aprendeu que a cultura de Minas Gerais é plural, e cada acervo, cada memória, merece ser cuidada.
A paixão de João Pedro Reis por organizar e fazer funcionar não surgiu em um gabinete, mas no quintal, entre goiabeiras, criando mundos com o pouco que tinha. Essa disciplina para transformar a boa intenção em um projeto com resultados, ele a aprimorou em organizações de serviço. Lá, aprendeu a gerir recursos que não eram dele com o máximo de zelo, uma lição valiosa para quem lida com orçamentos e bens públicos no dia a dia da museologia.
Mais tarde, na Assembleia Legislativa, João Pedro Reis aprendeu os corredores do poder e como uma lei nasce e, mais importante, onde ela trava. Para ele, a justiça só é real quando é acessível a todos, e isso inclui o acesso à cultura e a proteção do patrimônio. Essa trajetória o preparou para lutar por um ambiente onde a memória e a cultura de Minas Gerais sejam verdadeiramente valorizadas, do acervo mais humilde à grande instituição.
Compromissos para museólogo
O que ele vai defender no Congresso para museólogo
Nenhuma dessas propostas foi escrita em gabinete. Elas nasceram de conversa, de escuta e de perguntas feitas diretamente a museólogo sobre o que trava a vida de vocês.
Simplificação da captação de recursos para projetos culturais.
Você não deveria gastar mais tempo na burocracia de prestação de contas do que na curadoria de uma exposição. Simplificaremos a prestação de contas de editais e leis de incentivo, com foco no resultado cultural e não apenas na papelada, para que o dinheiro chegue mais rápido e com menos entraves aos museus de todo o estado. Isso está alinhado ao nosso compromisso de 'Simplificação da prestação de contas de entidades sem fins lucrativos, sem abrir mão do controle' do eixo 'Terceiro setor e solidariedade organizada'.
Fortalecimento dos museus do interior com apoio técnico e financeiro.
Sabemos que a riqueza cultural de Minas não está só na capital. Museus do interior muitas vezes perdem editais federais por falta de estrutura para elaborar projetos complexos. Ofereceremos apoio técnico gratuito de gabinete para que prefeituras e instituições menores possam elaborar projetos competitivos e captar recursos para a preservação e valorização de seus acervos. Esta é uma proposta direta do nosso compromisso 'Apoio técnico gratuito de gabinete para prefeituras pequenas elaborarem projeto e captarem recurso' do eixo 'Interior e periferia com representação real'.
Valorização da carreira do museólogo e equipes técnicas.
Sua expertise é fundamental para a guarda e interpretação do patrimônio. Defendemos a estruturação de planos de carreira justos, com salários dignos e concursos regulares, reconhecendo o museólogo, o técnico e o conservador como servidores essenciais para o Estado. Nossa luta é por 'Defesa de carreira estruturada, concurso regular e reposição de quadros essenciais' do eixo 'Funcionalismo e Estado que entrega', aplicando-o diretamente à cultura.
Programas de fomento à digitalização e modernização de acervos.
Entendemos que o futuro do acesso e da segurança do patrimônio passa pela tecnologia. Apoiaremos a ampliação de recursos federais para programas de digitalização de acervos, capacitação em novas tecnologias para museólogos e investimentos em infraestrutura que permitam aos museus de Minas entrar na era digital. Isso se conecta ao nosso compromisso de 'Ampliação de recursos federais de fomento à inovação com acesso simplificado para pequenos negócios e startups do interior' do eixo 'Inovação, investimento e aceleração de negócios'.
Acessibilidade plena em museus e instituições culturais.
A arte e a história devem ser para todos. Defenderemos a implementação e fiscalização rigorosa de políticas de acessibilidade que vão além da estrutura física, incluindo recursos como audiodescrição, Libras e comunicação simplificada, garantindo que nenhum cidadão seja impedido de desfrutar de nossos bens culturais. Esta proposta deriva do compromisso 'Acessibilidade real em serviço público e comunicação oficial, incluindo Libras e leitura por voz' do eixo 'Diversidade, inclusão e acessibilidade'.
Diálogo permanente com a comunidade museológica para leis da cultura.
As melhores soluções vêm de quem vive a realidade. Antes de votar qualquer pauta que afete o setor cultural e museológico, faremos audiências públicas regionais e canais de escuta permanentes para garantir que as leis reflitam as necessidades reais de museólogos, educadores e gestores culturais. Isso reflete o compromisso de 'Diálogo permanente com entidades representativas antes de votar pauta do setor' do eixo 'Funcionalismo e Estado que entrega' e 'Audiências públicas regionais antes de posicionamento em pauta que afete um setor específico' do eixo 'Representatividade ampla'.
Escuta direta
Você que é museólogo: como podemos te ajudar?
O que mais atrapalha a sua rotina hoje? O que precisa mudar para a sua vida melhorar de verdade? Escreva com as suas palavras, sem formalidade. Cada relato entra na construção das propostas.
Por que votar 4026
Três motivos objetivos para o seu voto
- Ele conhece a burocracia dos órgãos públicos e sabe como destravar projetos de cultura.
- Sua trajetória prova que ele transforma boas intenções em projetos com resultado mensurável.
- Ele defende o patrimônio e a cultura de Minas com a mesma seriedade que um museólogo defende seu acervo.
Perguntas frequentes
Dúvidas de quem está decidindo o voto
Toque em cada pergunta para abrir a resposta.
Como João Pedro Reis pretende garantir o financiamento para museus e instituições culturais no interior de Minas?
João Pedro Reis vai trabalhar para que o gabinete ofereça apoio técnico gratuito, ajudando museus e prefeituras do interior a elaborar projetos robustos e competitivos para captar recursos federais e de leis de incentivo. Ele também defenderá a simplificação da burocracia na prestação de contas, para que o foco seja o resultado cultural e não apenas a papelada, agilizando a liberação de verbas.
O que João Pedro Reis propõe para valorizar a carreira dos museólogos e outros profissionais da área?
Ele defende a criação de planos de carreira estruturados para os profissionais que atuam em museus e instituições culturais públicas, com remuneração justa e concursos regulares para repor quadros essenciais. A ideia é reconhecer a importância desses especialistas na preservação e difusão do patrimônio, garantindo estabilidade e reconhecimento para quem dedica a vida à cultura.
Como a proposta de João Pedro Reis pode ajudar na digitalização dos acervos dos museus de Minas Gerais?
João Pedro Reis apoiará programas de fomento à digitalização de acervos, buscando ampliar os recursos federais para essas iniciativas. Além disso, ele incentivará a capacitação de museólogos e equipes em novas tecnologias e buscará investimentos em infraestrutura digital, para que os museus, especialmente os do interior, possam modernizar seus sistemas de guarda e acesso ao patrimônio.
Quais são as propostas de João Pedro Reis para aumentar a acessibilidade dos museus em Minas?
Ele se compromete a defender a acessibilidade plena nos museus, indo além da estrutura física. Isso inclui o fomento e a fiscalização para que as instituições ofereçam recursos como audiodescrição, sinalização em Libras, comunicação em braile e outros formatos inclusivos. O objetivo é garantir que a cultura e o patrimônio sejam acessíveis a todos os cidadãos, sem barreiras.
João Pedro Reis pretende simplificar a burocracia para projetos culturais? Como?
Sim, ele propõe a simplificação da prestação de contas de editais e leis de incentivo, reduzindo a carga burocrática para que as instituições culturais possam focar mais na execução dos projetos. A intenção é que os recursos cheguem mais rápido e de forma menos complexa aos museus, garantindo maior eficiência na gestão cultural, sem abrir mão do controle e da transparência dos gastos.
Como João Pedro Reis pretende envolver os profissionais de museus na criação de políticas públicas para o setor?
Ele se compromete a estabelecer um canal permanente de escuta, com audiências públicas regionais e diálogo constante com a comunidade museológica, incluindo museólogos, educadores e gestores culturais. A ideia é que as leis e políticas públicas para o setor cultural sejam construídas em conjunto com quem vive a realidade dos museus, garantindo que as propostas reflitam as necessidades reais da área.
O que João Pedro Reis pensa sobre a representatividade dos museus do interior do estado?
João Pedro Reis entende que Minas Gerais possui uma vasta riqueza cultural fora da capital. Ele defende a criação de políticas específicas que valorizem e apoiem os museus e acervos do interior, garantindo que eles tenham acesso a recursos e fomento adequados. Acredita que cada cidade tem sua singularidade e que o projeto político deve respeitar e potencializar essa diversidade cultural.
Ele tem alguma proposta para proteger os acervos contra riscos como incêndios ou danos por falta de manutenção?
João Pedro Reis apoiará emendas parlamentares vinculadas a diagnósticos técnicos que priorizem a segurança e a infraestrutura de museus. Ele entende que a falta de recursos para manutenção preventiva e combate a sinistros coloca em risco o patrimônio. Buscará formas de fortalecer a capacidade das instituições de proteger seus acervos, garantindo investimentos em segurança predial e qualificação de equipes.
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Minas precisa de representante, não de mais um. João Pedro Reis, 4026, PSB, Deputado Federal, em 4 de outubro de 2026.