PARA QUEM FAZ DO AXÉ A SUA MISSÃO DE VIDA.

Cansa estar sempre em guarda? Chega de viver sua fé sob ameaça em Minas Gerais.

Você, Pai ou Mãe de Santo, que dedica a vida a cuidar da comunidade e manter a chama do axé acesa, sente na pele o que é ter seu sagrado desrespeitado. João Pedro Reis, número 4026, entende sua luta e se propõe a ser a voz que faltava para proteger e valorizar as religiões de matriz africana em nosso estado.

O que trava o seu dia

Os problemas que aparecem na sua rotina

  • Ter o terreiro desrespeitado, alvo de ataques e vandalismo, sentindo que a segurança básica de seu espaço sagrado é uma luta diária.
  • A burocracia interminável para regularizar o seu espaço de culto, vendo a dificuldade de acesso a editais e recursos que deveriam ser para todos.
  • A invisibilidade da sua religião na representação política, com decisões que afetam diretamente sua comunidade sendo tomadas por quem não entende sua realidade.
  • A dor de ver a intolerância religiosa crescendo, com jovens perdendo o axé por medo do preconceito e o patrimônio imaterial da sua fé sendo ameaçado.
  • A dificuldade de acesso a apoio jurídico e psicológico para as vítimas de discriminação, sentindo que o Estado muitas vezes falha em proteger quem mais precisa.

Por que ele entende disso

A trajetória de João Pedro Reis e a sua realidade

  1. João Pedro Reis cresceu vendo o contraste. Desde cedo, presenciou a luta diária por dignidade em Venda Nova, em uma casa sem reboco, onde o esforço para conquistar o básico era imenso. Essa vivência o ensinou que a luta pela dignidade é para todos, independentemente do CEP, e que o Estado precisa garantir as condições para que ninguém precise se esforçar dez vezes mais para ter seus direitos reconhecidos.

  2. Ainda jovem, João Pedro percebeu o valor da organização e da voz. Com apenas 14 anos, mobilizou a vizinhança e comerciantes para quebra-molas fossem instalados numa rua perigosa. Esse foi o primeiro passo de muitos em que ele agiu para que a comunidade fosse ouvida e suas necessidades atendidas. A experiência dele na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde aprendeu o funcionamento das leis, mostrou onde o processo trava e, mais importante, como destravar. Essa vivência é fundamental para construir pontes entre os terreiros e o poder público, garantindo que as demandas das religiões de matriz africana sejam compreendidas e priorizadas.

Compromissos para líder de umbanda e candomblé

O que ele vai defender no Congresso para líder de umbanda e candomblé

Nenhuma dessas propostas foi escrita em gabinete. Elas nasceram de conversa, de escuta e de perguntas feitas diretamente a líder de umbanda e candomblé sobre o que trava a vida de vocês.

  • Combate Efetivo à Intolerância Religiosa e Proteção de Terreiros

    Entendemos que os ataques e a desvalorização não podem mais ser parte da rotina dos terreiros. Precisamos de mais do que leis no papel. Ouvimos a sua necessidade de ter um Estado que esteja ao lado das comunidades. Por isso, João Pedro Reis vai fortalecer a fiscalização e a punição por discriminação, além de apoiar a criação de canais de denúncia específicos que funcionem de verdade. Nosso compromisso é que o Estado combata ativamente a discriminação e proteja os espaços sagrados, assegurando a liberdade de culto e a segurança de todos. Este ponto se alinha ao nosso eixo de 'Diversidade, inclusão e acessibilidade', garantindo que a escolha de cada pessoa seja respeitada e o Estado combata a discriminação.

  • Simplificação para Acesso a Recursos e Regularização de Espaços Sagrados

    Sabemos a dificuldade que é regularizar um terreiro, acessar editais e manter as portas abertas. Chega de burocracia que só atrapalha! Em conversa com líderes religiosos, ficou claro que a gestão de um terreiro já exige muito. Por isso, propomos simplificar a prestação de contas de entidades sem fins lucrativos, como os terreiros, sem abrir mão do controle, e defender uma fatia garantida em compras públicas para a manutenção de espaços culturais e religiosos. João Pedro Reis, por ter fundado sua própria agência e ter lidado com folha de pagamento e impostos, compreende a responsabilidade de gerir recursos e a importância da eficiência. Isso está conectado ao eixo de 'Terceiro setor e solidariedade organizada', buscando previsibilidade orçamentária e simplificação para quem faz a diferença na ponta.

  • Valorização do Patrimônio Imaterial e Cultura Afro-Brasileira

    Seus ritos, danças, cantos e saberes são um tesouro de Minas e do Brasil, muitas vezes invisibilizado. É inaceitável que a riqueza cultural de nossas religiões não seja devidamente reconhecida e preservada. Nossas propostas, construídas a partir da escuta atenta das comunidades, incluem a ampliação de recursos federais de fomento à cultura com acesso simplificado para os terreiros e iniciativas de valorização das tradições de matriz africana. A trajetória de João Pedro, que tem raízes no interior e em Venda Nova, entende a importância de olhar para as singularidades de cada comunidade, defendendo a representatividade ampla e o respeito às diferentes realidades de nosso estado.

  • Apoio a Programas Sociais dos Terreiros e Rede de Acolhimento

    Sabemos que os terreiros, além de espaços religiosos, são centros de apoio social para muitas comunidades. São refúgios e pontos de acolhimento para aqueles que mais precisam. João Pedro Reis quer incentivar parcerias entre poder público, iniciativa privada e as entidades locais para fortalecer esses projetos. Isso significa mais apoio para as iniciativas de segurança alimentar, saúde e educação que já acontecem nos terreiros. Este compromisso está em linha com o eixo 'Serviço e Comunidade' da história de João Pedro, que, ainda jovem, atuou em organizações de serviço e aprendeu a transformar boas intenções em projetos com resultados mensuráveis.

  • Gabinete Itinerante e Escuta Ativa para as Demandas dos Terreiros

    A distância entre o terreiro e o poder em Brasília ou Belo Horizonte não pode ser um impeditivo. Sua voz precisa chegar aos corredores onde as decisões são tomadas. Em reconhecimento ao diálogo que tivemos, João Pedro Reis manterá um canal permanente de demandas abertas para qualquer cidadão, sem filtro de assessoria, e realizará audiências públicas regionais. Com isso, as comunidades de Umbanda e Candomblé terão um espaço direto para apresentar suas necessidades, garantindo que as pautas que afetam o setor sejam ouvidas e levadas em consideração. Essa proposta se alinha ao compromisso de 'Representatividade ampla', assegurando que todas as realidades de Minas sejam ouvidas e representadas.

Escuta direta

Você que é líder de umbanda e candomblé: como podemos te ajudar?

O que mais atrapalha a sua rotina hoje? O que precisa mudar para a sua vida melhorar de verdade? Escreva com as suas palavras, sem formalidade. Cada relato entra na construção das propostas.

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Três motivos objetivos para o seu voto

  • Conhece a fundo a burocracia e os caminhos para destravar o sistema, essencial para a defesa e valorização dos terreiros.
  • Vem de uma trajetória de serviço comunitário e liderança, focado em transformar boas intenções em resultados reais para a comunidade.
  • Comprometido com a escuta ativa e a defesa de políticas que garantam a liberdade e a segurança das religiões de matriz africana.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem está decidindo o voto

Toque em cada pergunta para abrir a resposta.

João Pedro Reis realmente entende as demandas e desafios das religiões de matriz africana?

Sim, a trajetória de João Pedro, marcada pelo contato com realidades diversas em Minas Gerais, desde Venda Nova ao interior, e seu histórico de escuta e mobilização social, o capacita a entender as complexidades e desafios enfrentados pelos líderes e comunidades de Umbanda e Candomblé. Ele se compromete a ter um gabinete itinerante e canais abertos para diálogo contínuo.

Como João Pedro Reis pretende combater a intolerância religiosa que atinge os terreiros?

João Pedro Reis se compromete a fortalecer a fiscalização e a punição efetiva por discriminação e ataques a terreiros, além de apoiar iniciativas de proteção. Ele entende que a liberdade de culto é um direito fundamental e que o Estado deve ser um guardião ativo dessa liberdade, garantindo a segurança e o respeito aos espaços sagrados de Umbanda e Candomblé, conforme discutido em nosso eixo de 'Diversidade, inclusão e acessibilidade'.

Há propostas específicas para a regularização e o acesso a recursos para os terreiros?

Sim. João Pedro Reis, a partir de sua experiência com gestão e empreendedorismo, defende a simplificação da prestação de contas e o acesso facilitado a editais e recursos para entidades como os terreiros. Ele buscará garantir previsibilidade orçamentária para projetos sociais desenvolvidos pelas comunidades de axé, alinhado ao eixo 'Terceiro setor e solidariedade organizada', que valoriza o trabalho das entidades na ponta.

Como as tradições de matriz africana serão valorizadas em seu mandato?

João Pedro Reis se compromete a atuar na valorização do patrimônio imaterial e da cultura afro-brasileira. Isso inclui a ampliação de recursos federais de fomento à cultura, com acesso simplificado para os terreiros, e o apoio a programas de reconhecimento e preservação dos ritos e saberes. Ele entende que essa riqueza cultural é parte essencial da identidade de Minas Gerais e do Brasil.

As comunidades de Umbanda e Candomblé terão um canal direto de comunicação com o deputado?

Sim. A proposta de João Pedro Reis é manter um 'Canal permanente de demandas abertas, sem filtro de assessoria', além de um 'Escritório itinerante de mandato'. Isso garantirá que as comunidades de Umbanda e Candomblé, em qualquer região de Minas Gerais, tenham suas vozes ouvidas e suas demandas levadas diretamente ao mandato, alinhando-se ao eixo de 'Representatividade ampla'.

João Pedro Reis defenderá o reconhecimento do trabalho social realizado pelos terreiros?

Com certeza. Os terreiros são pilares de apoio social em muitas comunidades, oferecendo desde amparo espiritual a iniciativas de alimentação e saúde. João Pedro Reis apoiará parcerias entre o poder público, a iniciativa privada e os terreiros para fortalecer e expandir essas ações, reconhecendo o valor inestimável desse serviço, conforme seu histórico em organizações de serviço e o eixo 'Terceiro setor e solidariedade organizada'.

Qual a posição de João Pedro Reis sobre a liberdade religiosa em geral?

João Pedro Reis defende intransigentemente a liberdade religiosa como pilar da democracia. Sua posição é de 'Democracia e Estado de Direito', com diálogo e pacificação acima de qualquer radicalismo. Ele recusará qualquer pauta que enfraqueça o controle público, a transparência ou fiscalização, e defenderá publicamente o funcionamento pleno das instituições para garantir a proteção de todas as manifestações de fé.

Como a experiência de João Pedro Reis no legislativo beneficia as comunidades de axé?

Sua vivência na Assembleia Legislativa de Minas Gerais o ensinou como uma lei nasce, onde o processo trava e, principalmente, como destravar. Isso é uma vantagem rara para as comunidades de axé, pois permite que suas demandas sejam transformadas em propostas legislativas eficazes e que os caminhos burocráticos sejam navegados com maior assertividade, conectando ao eixo 'A Escola do Legislativo'.

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Dados tratados por ELEICAO 2026 JOAO PEDRO GOMES DOS REIS DEPUTADO FEDERAL (CNPJ 68.474.136/0001-77) apenas para comunicação eleitoral, conforme a LGPD, com remoção a qualquer momento pelo e-mail contato@vote4026.com.

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