Para quem transforma as mãos em arte e a tradição em renda.

Sua arte é única. O seu valor também deveria ser reconhecido assim.

Você, artesão de Minas, sabe o esforço de transformar ideia em peça, tradição em renda. João Pedro Reis, o 4026, conhece sua luta e quer um Brasil que valorize o que você cria com as mãos e a alma mineira.

O que trava o seu dia

Os problemas que aparecem na sua rotina

  • Lutar para encaixar o custo da matéria-prima no preço final, muitas vezes vendo peças incríveis ficarem paradas porque o valor de um trabalho manual autêntico não é compreendido pelo mercado.
  • A burocracia do MEI e do Simples Nacional parece feita para complicar, tirando o tempo valioso que você deveria usar para criar, em vez de preencher papelada e se preocupar com impostos.
  • A dificuldade de levar sua arte para além da feirinha local ou da venda para vizinhos, sem apoio para alcançar novos mercados ou escoar a produção, especialmente se você está no interior de Minas.
  • Ver o reconhecimento cultural da sua arte sumir por falta de investimento e proteção, enquanto peças importadas ou 'industrializadas' ganham destaque, desvalorizando o artesanato de raiz.
  • A falta de acesso a crédito justo e programas de fomento que realmente entendam o ciclo de produção artesanal, deixando seu potencial de crescimento limitado pela falta de capital inicial ou de giro.

Por que ele entende disso

A trajetória de João Pedro Reis e a sua realidade

  1. João Pedro Reis sabe o que é crescer com poucos recursos e ver a força do trabalho transformar a realidade. Em sua infância, numa casa sem reboco em Venda Nova, ele aprendeu o valor da resiliência. Essa mesma resiliência é a que muitos artesãos mineiros demonstram diariamente, transformando o pouco em muito, a matéria-prima bruta em peças de valor inestimável.

  2. A experiência de João Pedro Reis foi moldada entre a disciplina de uma rotina e a criatividade de um quintal, elementos que dialogam diretamente com a vida do artesão. Ele entende que a arte requer dedicação, método e um olhar atento para transformar o ambiente. De São Miguel do Anta, na Zona da Mata, ele viu de perto a riqueza cultural do interior e o valor do trabalho manual e da conexão com a terra, que se manifesta na arte de cada um de vocês.

  3. Quando João Pedro Reis fundou sua empresa, a Communicare, ele sentiu na pele os desafios de empreender no Brasil. Essa jornada, que incluiu noites sem dormir pensando no fluxo de caixa e na folha de pagamento, o conecta diretamente com as preocupações de vocês, artesãos, que também são empreendedores, gerenciando suas finanças, produção e vendas, muitas vezes sem apoio e com pouco reconhecimento.

Compromissos para artesão

O que ele vai defender no Congresso para artesão

Nenhuma dessas propostas foi escrita em gabinete. Elas nasceram de conversa, de escuta e de perguntas feitas diretamente a artesão sobre o que trava a vida de vocês.

  • Simplificar a burocracia para você focar no que faz de melhor: sua arte.

    Ouvindo artesãos de várias regiões, entendemos que o tempo gasto com papelada e impostos é um roubo à sua criatividade. João Pedro Reis vai defender a simplificação de obrigações acessórias para MEI e micro e pequenas empresas, além de lutar para que a faixa do MEI seja atualizada pela realidade de custo, reconhecendo o valor da sua matéria-prima e do seu trabalho. Assim, você passa menos tempo no escritório e mais tempo criando.

  • Crédito justo e acessível para o seu negócio artesanal prosperar.

    Quem trabalha com artesanato sabe que o ciclo de produção e venda pode ser longo, e o acesso a crédito é essencial. A escuta ativa com artesãos mostrou a dificuldade em conseguir capital de giro. João Pedro Reis vai lutar por crédito com juro compatível e menos burocracia, especialmente para o pequeno negócio do interior, garantindo que sua produção não pare por falta de investimento, e que sua arte alcance mais pessoas.

  • Sua arte, valorizada nas compras públicas de Minas Gerais.

    Seu trabalho artesanal é parte da identidade mineira e merece ser priorizado. João Pedro Reis propõe que as compras públicas reservem uma fatia garantida para empresas locais de pequeno porte, incluindo cooperativas e associações de artesãos. Imagine seus produtos representando Minas em eventos oficiais ou decorando espaços públicos. Essa medida, inspirada na voz de muitos artesãos, garante mercado e reconhecimento.

  • Ampliar o alcance da sua arte: mais mercados, mais reconhecimento.

    Muitos artesãos se sentem isolados, sem saber como exportar ou vender para outros estados. João Pedro Reis apoiará programas públicos de aceleração e incubação em parceria com universidades e prefeituras, focados na realidade do artesanato mineiro. Vamos ampliar recursos de fomento à inovação para pequenos negócios, ajudando você a aprimorar técnicas, embalagens e estratégias de venda para novos mercados, inclusive o digital.

  • Fortalecer a identidade cultural mineira através da sua arte.

    A arte é a alma de Minas. João Pedro Reis, que viu a diversidade de nosso estado de Venda Nova à Zona da Mata, vai atuar para que a fiscalização e a proteção contra a pirataria sejam efetivas. Queremos que a sua arte autêntica seja protegida, reconhecendo seu valor cultural e econômico. Isso inclui defender a criação de selos de origem e programas de incentivo que garantam que a arte mineira seja valorizada em sua essência.

Escuta direta

Você que é artesão: como podemos te ajudar?

O que mais atrapalha a sua rotina hoje? O que precisa mudar para a sua vida melhorar de verdade? Escreva com as suas palavras, sem formalidade. Cada relato entra na construção das propostas.

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  • Ele entende a realidade do empreendedor e artesão, por já ter construído um negócio do zero.
  • Sua trajetória de vida conecta-se com a resiliência e a paixão de quem vive da arte.
  • Tem experiência real no legislativo, sabendo como transformar suas demandas em leis que funcionam.

Perguntas frequentes

Dúvidas de quem está decidindo o voto

Toque em cada pergunta para abrir a resposta.

Como João Pedro Reis pretende simplificar a vida do artesão em relação à burocracia?

João Pedro Reis vai defender a simplificação de obrigações acessórias para MEI e micro e pequenas empresas, reduzindo o tempo que você gasta com papelada. Além disso, lutará pela atualização da faixa do MEI, para que ela reflita o custo de vida atual e os gastos com matéria-prima, garantindo um sistema tributário mais justo e condizente com a realidade do artesão, ouvindo suas necessidades reais.

O que o candidato propõe para ajudar os artesãos a acessar crédito e investir em seus negócios?

Ele se compromete a lutar por linhas de crédito com juros mais baixos e menos burocracia, especialmente para pequenos negócios do interior. A proposta é criar mecanismos que reconheçam as particularidades do fluxo de caixa do artesão, facilitando o acesso a capital de giro ou investimento em novos equipamentos, ampliando a capacidade de produção e a variedade de produtos feitos com arte e tradição.

Há alguma proposta para valorizar o artesanato mineiro nas compras feitas pelo governo?

Sim, João Pedro Reis defenderá que as compras públicas tenham uma fatia garantida para empresas locais de pequeno porte, incluindo cooperativas e associações de artesãos. Isso significa que o Estado priorizará a aquisição de produtos artesanais de Minas, fomentando o mercado interno e valorizando a identidade cultural local em eventos, presentes institucionais e decorações de espaços públicos.

Como João Pedro Reis pretende ajudar o artesão a expandir seu mercado, inclusive para exportação?

Ele apoiará a ampliação de recursos federais de fomento à inovação e programas de aceleração para pequenos negócios e startups do interior, em parceria com universidades e prefeituras. Isso inclui suporte técnico para design, embalagem, estratégias de venda online e acesso a feiras e eventos, facilitando que a arte mineira alcance novos mercados e seja exportada, gerando mais renda para o artesão.

Qual a visão de João Pedro Reis sobre a proteção da identidade cultural e combate à pirataria no artesanato?

Com base na escuta aos artesãos, João Pedro Reis defende o fortalecimento da fiscalização e da punição contra a pirataria, que desvaloriza o trabalho manual autêntico. Ele apoiará a criação de selos de origem e certificações que garantam a autenticidade e a qualidade do artesanato mineiro, protegendo a identidade cultural e a propriedade intelectual de cada artesão, para que sua arte seja única e reconhecida.

O candidato propõe algo para a formação e qualificação técnica dos artesãos?

Sim, João Pedro Reis apoiará programas de formação e requalificação técnica ligada à inovação e novos mercados em cada região de Minas. Isso inclui cursos sobre novas técnicas artesanais, uso de ferramentas digitais para venda e divulgação, gestão de pequenos negócios e tendências de mercado, visando aprimorar o conhecimento e a competitividade do artesão, sempre com foco nas demandas de cada comunidade.

Como João Pedro Reis se conecta com a realidade de quem vive do artesanato em Minas Gerais?

João Pedro Reis cresceu em Venda Nova e morou no interior de Minas, em São Miguel do Anta, onde vivenciou a cultura e a economia local. Sua experiência como empreendedor, construindo sua própria empresa do zero, o fez entender os desafios de gerenciar um pequeno negócio. Essa vivência o conecta diretamente com a resiliência e a paixão dos artesãos, que transformam seu trabalho manual em sustento e cultura.

Ele tem alguma proposta para feiras de artesanato e eventos culturais?

João Pedro Reis vai defender que o escritório itinerante do mandato atenda as demandas das feiras e eventos locais, além de propor a priorização de apoio técnico de gabinete para prefeituras pequenas elaborarem projetos e captarem recursos para a realização de feiras e festivais de artesanato. A ideia é fortalecer esses espaços, que são vitrines importantes para a produção artesanal e geram renda para a comunidade.

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