Sua voz importa, sua saúde mental também.

Você, agente de saúde mental, sabe que a vida real não cabe em prontuário. Sua luta é nossa.

O dia a dia nos CAPS e RAPS em Minas Gerais é de dedicação extrema e desafios invisíveis. João Pedro Reis conhece a raiz do seu cansaço e traz propostas que valorizam seu trabalho e fortalecem o cuidado que você oferece.

O que trava o seu dia

Os problemas que aparecem na sua rotina

  • No plantão do CAPS, você vê o resultado da falta de investimento em prevenção: crises que poderiam ser evitadas, famílias desestruturadas e a sensação de que você está sempre 'apagando incêndios', sem tempo para o cuidado que o paciente realmente precisa.
  • Sua rotina exige uma carga emocional gigante, mas a burocracia e a falta de recursos básicos para o atendimento, do material didático para as oficinas ao medicamento na farmácia, minam sua energia e te deixam exausto.
  • A carreira é instável, os salários, defasados, e a formação continuada, quase inexistente, te fazendo sentir que seu esforço não é reconhecido à altura da importância social do seu trabalho.
  • Você se sente isolado na ponta, sem apoio técnico ou de equipes multidisciplinares completas, tendo que se desdobrar para cobrir lacunas que não deveriam ser suas.
  • Os estigmas ainda recaem sobre a saúde mental. Você se depara com a falta de compreensão e o preconceito da própria sociedade, e até de outros setores do serviço público, sobre a real dimensão do seu trabalho.

Por que ele entende disso

A trajetória de João Pedro Reis e a sua realidade

  1. João Pedro Reis cresceu em um beco sem saída, vendo de perto a força de mulheres que, sem reboco na parede, sustentavam a casa e umas às outras. Essa vivência o ensinou que a dignidade muitas vezes exige um esforço descomunal e que o apoio mútuo é essencial para superar as dificuldades. Ele sabe que a luta por um serviço público de qualidade, onde o ser humano é prioridade, começa na base, no dia a dia de quem está na ponta.

  2. Sua trajetória, que incluiu o trabalho voluntário desde cedo e a fundação de um grêmio estudantil, o conectou com o valor de pessoas organizadas que se mobilizam para resolver problemas. Ele viu que a política real começa na escuta e na ação para melhorar a vida das pessoas, um passo de cada vez. Essa experiência com organizações de serviço e a defesa de pautas estudantis o preparou para entender que a força de uma categoria reside na sua capacidade de se unir e lutar por suas demandas.

Compromissos para agente de saúde mental

O que ele vai defender no Congresso para agente de saúde mental

Nenhuma dessas propostas foi escrita em gabinete. Elas nasceram de conversa, de escuta e de perguntas feitas diretamente a agente de saúde mental sobre o que trava a vida de vocês.

  • Carreira estruturada e formação continuada para Agentes de Saúde Mental.

    João Pedro Reis, escutando vocês, defende a criação de planos de carreira que garantam salários justos, concursos regulares e a reposição de quadros nos CAPS e RAPS. Propomos emendas parlamentares específicas para programas de formação e requalificação técnica, ligados às necessidades regionais da saúde mental, reconhecendo que a qualidade do atendimento depende diretamente da valorização do profissional. É sobre ter um caminho, não só um trabalho. (Eixo: Funcionalismo e Estado que entrega; Inovação, investimento e aceleração de negócios)

  • Financiamento direto e desburocratizado para os CAPS e RAPS.

    Sabemos que a verba não chega ou chega tarde, presa na burocracia. João Pedro Reis vai lutar por emendas parlamentares vinculadas diretamente ao diagnóstico técnico das necessidades dos serviços de saúde mental. Simplificaremos a prestação de contas, sem abrir mão do controle, para que vocês tenham previsibilidade orçamentária para a compra de materiais, medicamentos e manutenção dos espaços. Menos papel, mais cuidado. (Eixo: Serviços públicos que funcionam; Terceiro setor e solidariedade organizada)

  • Fortalecimento das equipes multidisciplinares e apoio psicossocial.

    Você se desdobra, mas sabe que a saúde mental exige um olhar multiprofissional. Ouvindo as dificuldades de vocês, João Pedro Reis defenderá políticas que garantam a composição completa das equipes, com psiquiatras, psicólogos, enfermeiros, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais. Vamos buscar recursos para programas de saúde mental que ofereçam apoio e acolhimento para os próprios profissionais, que lidam diariamente com o sofrimento alheio. Porque quem cuida, também precisa ser cuidado. (Eixo: Serviços públicos que funcionam; Funcionalismo e Estado que entrega)

  • Tecnologia e conectividade para aprimorar o atendimento e a gestão.

    A falta de acesso à internet, sistemas de prontuário eletrônico eficientes e recursos tecnológicos básicos ainda é uma barreira. João Pedro Reis apoiará emendas para levar conectividade e ferramentas digitais aos CAPS e RAPS, especialmente no interior. Isso vai otimizar a gestão, facilitar a comunicação entre as equipes e, principalmente, permitir que vocês usem a tecnologia para melhorar o acompanhamento e o tratamento dos pacientes. (Eixo: Serviços públicos que funcionam; Tecnologia e inteligência artificial)

  • Desburocratização e incentivo a parcerias com o terceiro setor em saúde mental.

    Muitas vezes, as ONGs e associações que atuam na saúde mental são a primeira rede de apoio, mas enfrentam entraves para conseguir apoio público. João Pedro Reis, que veio do voluntariado, se compromete a simplificar a prestação de contas e incentivar parcerias público-privadas e com entidades do terceiro setor. Reconhecer o trabalho dessas organizações significa ampliar a rede de cuidado e desafogar os serviços públicos, chegando onde o Estado ainda não alcança. (Eixo: Terceiro setor e solidariedade organizada; Empreendedorismo e ambiente de negócios)

Escuta direta

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O que mais atrapalha a sua rotina hoje? O que precisa mudar para a sua vida melhorar de verdade? Escreva com as suas palavras, sem formalidade. Cada relato entra na construção das propostas.

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  • João Pedro Reis conhece o dia a dia do serviço público por dentro, sabe onde o processo trava e como destravar.
  • Sua trajetória de vida e engajamento social o conecta diretamente com a importância de cuidar do próximo e defender o bem-estar coletivo.
  • Ele defende que a valorização do funcionalismo e a eficiência dos serviços são pilares para uma saúde mental que funcione de verdade.

Perguntas frequentes

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Como João Pedro Reis pretende garantir a valorização do agente de saúde mental que trabalha em locais como os CAPS?

João Pedro Reis defende a criação e implementação de planos de carreira robustos para agentes de saúde mental, assegurando salários justos e concursos regulares. Ele se compromete a destinar emendas parlamentares para programas de formação continuada e qualificação, alinhados às necessidades específicas de cada região, garantindo que o profissional se sinta reconhecido e tenha oportunidades de crescimento na carreira. É uma forma de dizer: seu trabalho é vital.

Qual a visão de João Pedro Reis sobre a carga de trabalho excessiva e a falta de recursos nos RAPS?

Ele reconhece a exaustão dos profissionais. João Pedro Reis trabalhará para otimizar o financiamento dos RAPS, visando a contratação de equipes multidisciplinares completas e a reposição de quadros. Além disso, buscará simplificar a aquisição de materiais e medicamentos essenciais, reduzindo a burocracia que hoje consome tempo valioso de quem deveria estar cuidando das pessoas. Menos estresse administrativo para vocês, mais atenção aos pacientes.

As propostas do candidato incluem o suporte à saúde mental do próprio agente, que lida com situações de grande impacto emocional?

Sim, absolutamente. João Pedro Reis entende que quem cuida também precisa ser cuidado. Ele apoiará a criação de programas de suporte psicossocial e acolhimento para os profissionais de saúde mental, garantindo que haja um espaço de escuta e apoio para lidar com o impacto emocional da rotina. Isso é parte do compromisso com o 'Funcionalismo e Estado que entrega'.

Como João Pedro Reis pretende melhorar o acesso à formação continuada para os agentes de saúde mental, especialmente no interior?

Ele irá propor e apoiar emendas que financiem programas de capacitação e requalificação profissional específicos para o setor de saúde mental, em parceria com universidades e institutos técnicos. O foco será em levar essas formações para o interior de Minas, utilizando plataformas online e polos de ensino, garantindo que o conhecimento chegue a todos, independentemente da localização, e que as formações reflitam as inovações da área.

O que João Pedro Reis propõe para melhorar a infraestrutura e a tecnologia nos serviços de saúde mental, como os CAPS?

Ele se compromete a direcionar emendas para a melhoria da infraestrutura física dos CAPS e RAPS, garantindo ambientes mais acolhedores e adequados. Além disso, apoiará a implementação de sistemas de prontuário eletrônico eficientes e a conectividade à internet, facilitando a gestão, o registro e o compartilhamento de informações, otimizando o tempo de trabalho e aprimorando a qualidade do atendimento prestado por vocês.

Existe alguma proposta para combater o preconceito e o estigma em relação à saúde mental, que afeta tanto pacientes quanto profissionais?

Sim. João Pedro Reis entende que o combate ao estigma é fundamental. Ele apoiará campanhas de conscientização e educação em saúde mental, em parceria com as secretarias de saúde e educação, para desmistificar o tema e promover uma cultura de aceitação e apoio. A luta por representatividade ampla inclui dar voz a quem sofre e a quem cuida, para que a sociedade compreenda e valorize a importância da saúde mental.

Como as propostas de João Pedro Reis beneficiam diretamente os profissionais que trabalham com saúde mental em Minas Gerais?

As propostas visam valorizar o profissional por meio de melhores condições de trabalho, salários justos, plano de carreira e formação continuada. Isso significa menos estresse com burocracia, mais recursos para o atendimento, apoio psicossocial e o reconhecimento da importância do seu papel. Ele quer que vocês tenham mais tempo e ferramentas para exercer o cuidado que fazem a diferença na vida das pessoas.

João Pedro Reis pretende dialogar com as entidades e associações de profissionais de saúde mental para construir as propostas?

Sim, o diálogo permanente é um compromisso de João Pedro Reis. Ele já busca a escuta ativa e manterá canais abertos com as entidades representativas dos profissionais de saúde mental, sindicatos e associações. A construção de políticas públicas eficazes, que reflitam a realidade de vocês, só é possível com a participação e o conhecimento de quem está na linha de frente, no dia a dia dos CAPS e RAPS.

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